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Policiais do 17º BPM garantem a segurança no Tradicional Arraial da cidade de Codó

 

A Polícia Militar do Maranhão, através do 17º BPM garantiu a segurança do tradicional Arraial da Cidade de Codó, o evento aconteceu no período de 04 a 08/07 na Praça de São Sebastião e contou com uma estrutura de segurança capaz de inibir ações que atentassem contra a integridade física das pessoas que foram ao local.

Para garantir a segurança dos brincantes, foi montado um esquema, com o emprego de policiamento nas modalidades a pé e motorizado, o reforço de seguranças particulares, Guardas Municipais e pela primeira vez a presença do Corpo de Bombeiros Militar, distribuídos de forma estratégica nos principais pontos com patrulhas móveis.

Foram conduzidos apenas 9 pessoas à delegacia da cidade por estarem promovendo baderna dentro do arraial e uma arma de fogo tipo garrucha foi encontrada após uma abordagem a um suspeito.

Com a finalidade de garantir a segurança no trânsito, a PM também intensificou a realização de blitzen, conseguindo atingir a meta de quase zerar o número de acidentes de natureza grava durante os festejos.

ASSCOM 17º BPM

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Zito Rolim passa mal e vai parar na UPA, mas passa bem

Uma notícia circulou rapidamente nas redes sociais neste domingo (15/07) na cidade de Codó. Foi encaminhado às pressas à Unidade de Pronto Atendimento – UPA, o ex prefeito de Codó, Zito Rolim. Seus amigos e parentes próximos contam que, Zito teria sentido uma forte dor no peito e assim levado para atendimento emergencial. 

Já foi descartada a possibilidade de uma parada cardíaca, o político deverá passar por um acompanhamento médico mais especializado. Até o presente momento, o problema ainda não foi diagnósticado e Zito passa bem.

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Após deixar grupo político comandado por Sarney, Biné Figueiredo apoiará Roseana depois de mais de dez?

Uma imagem vale mais que mil palavras, assim diz o adágio, mas que para muitos que vivem da política, a especulação é um trunfo que às vezes gera lucros para aqueles que no momento certo pula de um galho a outro. Depois de receber o atual governador do estado (Flávio Dino), do atual senador Roberto Rocha e de algumas outras lideranças, Biné Figueiredo, ex prefeito de Codó por dois mandatos e considerado uma das maiores lideranças políticas da Região dos Cocais, parece estar tomando os rumos que vão além das especulações políticas.

Depois de subir num palanque na presença do então governador José Reinaldo Tavares, do candidato ao governo na época,  Jackson Lago que inclusive viria a ser eleito, derrotando o grupo Sarney nas urnas, mas que teve o mandato cassado pela Justiça, sob a acusação de ter se beneficiado de assinaturas de convênios, inclusive os assinados em Codó, Biné então prefeito aproveitou para dizer que na época em que esteve no seu primeiro mandato (entre 93-96), Roseana teria mandado para Codó  apenas um Convênio no valor de 12 mil reais.

Já dizia nossos avós que quando não temos nada para falar, é melhor você ficarmos calado. Biné agora vai ter que torcer para o vídeo acima não se tornar o mais assistido na época da campanha das próximas eleições, já que as palavras têm poder. Mas para a política esse ditado não tem muito valor, já que estamos acostumados a tantas reviravoltas e o tempo por exemplo é capaz de trazer à tona aqueles fatos que doravante estavam no esquecimento. Não podemos tirar o peso de um apoio a qualquer membro da família Sarney, principalmente em se tratando de um grupo de coalizão comandado pela ex-governadora Roseana Sarney.

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Separação de famílias brasileiras na fronteira norte-americana gera debate em Plenário

O Plenário da Câmara dos Deputados foi tomado por uma discussão sobre a política migratória de “tolerância zero” do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em que crianças de imigrantes que cruzam ilegalmente a fronteira norte-americana pelo México são separadas dos pais.

Os pais são processados judicialmente e, como as crianças não podem ser presas junto com os adultos, são encaminhadas a centros. Cerca de 2 mil crianças já foram separadas dos pais na fronteira. A política de separação das famílias foi suspensa nesta quarta-feira por uma ordem executiva depois de críticas nacionais e internacionais.

O Psol apresentou uma moção de repúdio à detenção das crianças e separação dos pais. O texto diz que o tratamento é “desumano”, o que gerou uma disputa entre parlamentares de esquerda e de direita, e acabou retirado de pauta.

Crianças brasileiras
O líder do Psol, deputado Chico Alencar (RJ), afirmou que há crianças brasileiras detidas nos centros na fronteira sul dos Estados Unidos. “Todos os líderes aqui, estamos exortando o Itamaraty para que tome providências rigorosas, para que garanta, inclusive, o retorno dessas crianças ao convívio dos seus familiares”, disse.

Para o líder do PCdoB, deputado Orlando Silva (SP), a política de “tolerância zero” demonstra agressividade com pessoas que, muitas vezes, buscam refúgio nos Estados Unidos. “Nós acreditamos que é necessário que o Parlamento brasileiro se manifeste de maneira inequívoca, repudiando essa grave violação dos direitos humanos”, defendeu.

O deputado Ezequiel Teixeira (Pode-RJ), no entanto, provocou o Psol e o PCdoB a apresentarem moções de repúdio a países de orientação esquerdista, como a Venezuela. “Nós queremos também que seja incluído o repúdio ao presidente Maduro [da Venezuela]. Um repúdio a outros ditadores de partidos comunistas, partidos de esquerda”, disse.

O deputado Pr. Marco Feliciano (Pode-SP), que disse ser um “entusiasta do governo Trump”, afirmou que a lei aplicada pelo presidente é de autoria do ex-presidente democrata Bill Clinton. “Donald Trump apenas fez cumprir a lei. As pessoas que estão sendo separadas não são só imigrantes, são imigrantes ilegais, presos instantaneamente”, afirmou.

Já o deputado Arolde de Oliveira (PSD-RJ) afirmou que a esquerda “não aceita o sucesso de Donald Trump nos Estados Unidos”.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

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Equipe de Primeiros Socorros deixa de comparecer aos Jogos Escolares Codoenses na manhã de domingo e alunos realizam provas sob riscos

Os  XXIX Jogos Escolares Codoenses  2018 que foram realizado durante os últimos 15 dias, movimentando escolas da zona urbana e até rural da cidade de Codó teve seu brilho ofuscado por problemas de ordem técnica. Apesar da preocupação da equipe técnica da Superintendência de Esportes em contactar os órgãos ligados direta e indiretamente com o evento, como a Secretaria de Educação e Secretaria de Saúde, professores e alunos/atletas tiveram que participar da maioria das provas da modalidade atletismo sem a presença de uma equipe de Primeiros Socorros na manhã deste domingo (24).

Como todos sabem, a disputa de provas de corrida, saltos e lançamentos requer um esforço físico além do normal dos participantes, em se tratando de uma competição estudantil, a preocupação com acidentes e desgaste físico dos participantes deveria ser dobrada, ou pelo menos assim entendo.

Durante toda a manhã deste domingo, a Secretaria de Saúde não apresentou pelo um  Técnico de Enfermagem para fazer o trabalho preventivo durante a competição que fora realizada sob uma temperatura beirando os 39°C e com uma sensação térmica bem próxima dos 41ºC. O problema foi percebido por professores e pela própria Coordenação dos Jogos Escolares, até um contato foi feito com um funcionário da Saúde, mas que não foi suficiente para garantir a presença de um profissional da área durante o período matutino.

Para os que viessem a adoecer durante a realização de algum prova, restava apenas a ajuda de Deus e da equipe técnica formada por árbitros, auxiliares ou os braços dos professores para carregar um ou outro aluno até o Hospital Geral Municipal – HGM. De acordo com o Estatuto do Torcedor, nenhum evento esportivo de massa pode ser realizado sem a presença de uma equipe médica, preferencialmente com uma ambulância, serviço este ignorado pelo serviço municipal de saúde.

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Primeira mulher negra eleita reitora toma posse em universidade baiana

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A reitora da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), Joana Angélica Guimarães da Luz, tomou posse na semana passada, na sede do MEC, em Brasília, e é a primeira mulher negra a ser eleita para assumir a reitoria de universidade federal do Brasil. A solenidade de posse, que marca uma gestão de quatro anos, contou com a presença do ministro Rossieli Soares.

O ministro destacou a importância da nomeação. “Hoje nós demos posse à reitora Joana, uma mulher que representa muito, uma mulher negra, sendo a primeira eleita para a reitoria da UFSB”, disse. “A universidade tem uma referência muito grande em formação de professores, no processo de continuidade, de olhar para o desenvolvimento de uma região importante do Brasil, como o sul da Bahia. Assim, é um momento importante ter a nova reitora, olhando para frente, investindo dentro da universidade e olhando para o desenvolvimento da região”.

EAD – Com quatro anos de história, a UFSB tem um modelo diferenciado quando comparada a outras universidades federais, com três campus – Itabuna, Porto Seguro e Teixeira de Freitas – e oito polos espalhados em alguns municípios da região com Educação a Distância (EAD). Joana Luz, que é formada em geologia e doutora em engenharia ambiental com 12 anos de experiência em gestão na área de educação no estado da Bahia, participou da implantação da UFSB na região.

“O aluno entra na universidade e permanece no seu município para assistir às aulas, transmitidas a partir da sede, em Itabuna”, relata a reitora. “Isso facilita a inserção desses estudantes, que, muitas vezes, por terem uma vida tão difícil e por falta de condições, não têm perspectiva e não conseguem vislumbrar que a universidade está ali do lado. O fato de a gente chegar ao município faz com que o aluno tenha um incentivo, venha para a universidade e, a partir do momento em que ele chegue lá, fique mais fácil para ele permanecer”.

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Analfabetismo ainda é um desafio que poucos querem assumir – Maranhão é segundo com maior número de analfabetos no país

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística divulgou recentemente uma pesquisa que aponta que o estado do Maranhão ocupa a 2ª colocação no ranking nacional, atrás apenas do estado de Alagoas, dados que nos entristece e reafirma o que temos divulgado na cidade de Codó, que não vive um cenário diferente do estadual. Muitas políticas educacionais anunciadas estão apenas no papel, o assunto Educação ainda é tratado como um mercado e um jogo de interesses e maquiagem de dados.

Quando uma pesquisa como esta é divulgada, o atual governo não assume que tem sua parcela de contribuição e joga a culpa no grupo político que o antecedeu. Dos 217 municípios maranhenses, há cidades em que,  ter uma escola ainda é artigo de luxo, e quando há a edificação (prédio), as condições de trabalho ofertada aos professores são as mínimas possíveis.

Serviços indiretos como o de segurança para alunos e professores ainda anda longe de ser o ideal,  em Codó algumas escolas estaduais nem segurança têm. Até pouco tempo atrás assaltos e vandalismos eram registrados de dentro dos estabelecimentos. E olha que Codó é a quinta ou a sexta cidade mais importante para o estado. Imaginem vocês como devem estar a educação para as cidades que estão da centésima posição pra frente!!

Os números são significantes para quem deseja combater o analfabetismo. 16,7% da população com faixa etária a partir dos 15 anos no Maranhão não sabem ler, esse fracasso é reflexo dos desmandos dos últimos 50 anos, isso é notório em um estado que teve pouca rotatividade de Poder, e quando houve, as políticas não foram eficientes e sequenciais, ou seja, uma ação iniciada por um governo quase sempre não foi seguida pelos sucessores.

Em Codó, ao longo dos últimos dez anos além do analfabetismo não ter sido projeto prioritário de nenhum governo, ainda há os que brincam de fazer Política Educacional. Por exemplo, combater o analfabetismo é oportunizar o acesso à leitura, pois bem, qual foi o governo que incentivou estas práticas com ações efetivas? Nenhum, muito pelo contrário os espaços de leitura foram limitados os acessos dos estudantes, como por exemplo o fechamento da única biblioteca pública municipal de Codó, que antes funcionava até as 21h e atualmente o horário de funcionamento não passa das 18h, tal fechamento se deu em função da redução do consumo de energia e corte no número de funcionários. Isso é investir em políticas de leitura?

As escolas de Ensino Fundamental, em sua maioria não possuem espaços de leitura, os livros paradidáticos geralmente ficam escondidos dos alunos em depósitos empoeirados ao invés de estarem em estantes ou prateleiras bem acessíveis aos alunos. Por isso é difícil imaginar que, a médio prazo possamos sair desse abismo.

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Moto Club perde em casa e é desclassificado pelo Imperatriz que segue na Série D

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Sob os olhos de quase 5 mil torcedores que compareceram ao Estádio Castelão em São Luis, o Moto Club foi surpreendido e eliminado do Campeonato Brasileiro – Série D pela equipe maranhense do Imperatriz. O resultado foi praticamente definido ainda no primeiro tempo, quando saíram cinco gols.

A equipe rubro negra tinha de tomar a iniciativa do jogo, pois havia perdido a partida de ida em Imperatriz  pelo placar de 2 X 1. Ciente do que tinha de fazer, o técnico motense Luis Miguel escalou um time ofensivo que acabou sucumbindo ao esquema tático do Imperatriz, time este comandado pelo ex técnico do Moto, Marcinho Guerreiro. Marcinho estava no Moto Club há quase 14 meses e conhecia como ninguém de quase todas as fragilidades do rival.

Logo aos 18 minutos do primeiro tempo, o placar foi aberto pelo Papão do Norte com Ramon, que aproveitou um cruzamento de Diego Renan; imediatamente o Cavalo de Aço empatou logo aos 20 minutos com Cloves, que após a saída de bola recebeu a bola no início da grande área e chutou na saída do goleiro Rodrigo Ramos. Iniciou daí a reação do Imperatriz, que daí pra frente foi mais eficiente até fechar o placar marcando quatro gols.

Curiosidades do confronto

A partida entre o Moto e Imperatriz, marcou o reencontro entre as equipes que decidiram o Campeonato Maranhense de 2018, onde o Moto foi campeão, ganhando as duas partidas. Marcinho Guerreiro, atualmente no Imperatriz, estava até o início da Série D na equipe motense, deixando o cargo e dividindo opiniões entre os próprios conselheiros do clube.

Marcinho é o responsável pelo atual plantel rubro negro, sabendo portanto quais as deficiências do Moto, inclusive carregou o ex time mesmo com salários atrasados. O treinador do Imperatriz não declarou mágoa do ex clube, mas que ficou bem nítido no semblante do treinador durante a partida.

O Imperatriz segue na luta por uma vaga na Série C no ano que vem, já o Moto Club fechará as portas para o segundo semestre e com certeza terá dificuldades para sanar a folha de pagamento dos jogadores e comissão técnica, já que o clube não gera receitas com outras atividades.

Escalações:

  • O Moto

    Rodrigo Ramos; Diego Renan, Betão, Ramon e Chico Bala; Sandro Bacabal, Doda e Everlan; Márcio Diogo, Ricardo Maranhão e Val Barreto. No banco de reservas, o treinador conta com Solando, Wesley, Pedro Junior, Rafael Santos, Vitor Salvador, Diego Batata, Rayro, Naoh, Shailison, Jadelson Azul e Luis Felipe. Técnico Luis Miguel

  • Imperatriz

    Jean; Gabriel Paulinho, André Penalva, Michael e Renan; Cloves, Daniel Barros e Eloir; Jefferson Kanu, Kaká e Junior Chicão. No banco de reservas, o treinador conta com Gustavo, Lucas, Anderson, Adauto, Tibiri, Wanderley, Zé Neto, Gabriel Caju, Morango, Michel, Lucas Campos e Wesley. Técnico Marcinho Guerreiro

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Governo Federal criou Sistema Único de Segurança Pública, com a lei ações integradas poderão ser realizadas

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O presidente Michel Temer sancionou no último dia 11, a lei que cria o Sistema Único de Segurança Pública (Susp). No mesmo dia, o presidente assinou uma medida provisória que transfere parte dos recursos arrecadados pelas loterias federais para o Ministério da Segurança Pública.

O texto, aprovado pela Câmara e pelo Senado, estabelece diretrizes para a atuação conjunta de diferentes órgãos de segurança federais, estaduais e municipais. Farão parte do sistema, por exemplo, a Polícia Federal e as polícias civis e militares.

As ações e metas do Susp ainda serão definidas pela União em um plano nacional, em elaboração e sem prazo para ser divulgado. Segundo o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, a previsão é que o plano seja apresentado até o fim do ano.

A partir desse documento nacional, estados, Distrito Federal e municípios terão dois anos para elaborar e implantar os planos para a área da segurança sob pena de não poderem receber recursos da União para a execução de programas ou ações no setor.

No discurso, Temer disse que a criação do Susp é “um passo importantíssimo para garantir mais tranqüilidade ao povo brasileiro”.

Ao citar a questão da segurança pública no país, afirmou tratar-se de “uma inaceitável tragédia humana”.

“Como puderam perceber, a violência também tem um custo econômico para a sociedade estimado em mais de 4% do PIB”, disse.

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O objetivo é que o novo sistema padronize os procedimentos no setor de segurança pública. Para isso, os órgãos que fazer parte do sistema deverão compartilhar informações e promover troca de conhecimentos técnicos e científicos.

Principais pontos do sistema:

  • Operações combinadas, planejadas e desencadeadas em equipe;
  • estratégias comuns para atuação na prevenção e controle qualificado de infrações penais;
  • compartilhamento de informações;
  • intercâmbio de conhecimentos técnicos e científicos.

Os registros de ocorrência policial e as investigações também terão que seguir um padrão.

Caberá ao Ministério da Segurança Pública pasta fixar metas anuais, de acordo com a competência de cada órgão, que deverão ser baseadas em indicadores públicos para demonstrar os resultados de forma objetiva.

A nova lei também cria a Política Nacional de Segurança Pública e Defesa Social, que estipula princípios para a atuação dos órgãos de segurança, como o uso comedido e proporcional da força.

 

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Visto em vídeo machista na Rússia, policial será alvo de processo na PM-SC

Tenente Eduardo Nunes, que serve em Lages (SC), é o segundo torcedor identificado nas imagens em que brasileiros assediam estrangeira

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Depois do ex-secretário de Turismo de Ipojuca (PE) Diego Valença Jatobá, foi identificado um segundo homem que participou do vídeo em que torcedores brasileiros assediam uma estrangeira na Rússia, na semana passada, durante a Copa do Mundo. Trata-se de Eduardo Nunes, um tenente da Polícia Militar de Santa Catarina que serve na cidade de Lages, a cerca de 230 quilômetros de Florianópolis.

Segundo a PM catarinense, a atitude do policial, que está de férias, é “incompatível com a profissão e o decoro da classe”. Assim que retornar ao trabalho, Nunes será alvo de um processo administrativo disciplinar.

No vídeo, que gerou revolta nas redes sociais, o tenente Eduardo Nunes é o torcedor de camiseta branca, que aparece logo atrás da jovem. Ele e outros quatro brasileiros, que vestiam camisas da seleção brasileira, rodearam a moça e gritaram termos chulos em alusão ao órgão sexual dela. Sem entender do que se tratava, a estrangeira tentou acompanhar os gritos.

Ironicamente, em março de 2018, Eduardo Nunes trabalhou em um protesto de estudantes da Universidade Estadual de Santa Catarina (UESC) contra o assédio sexual sofrido por elas no trajeto até o campus. Nunes foi entrevistado pela NCS, afiliada da Rede Globo na região.

“A partir do momento que tomamos conhecimento sobre esses fatos, a Polícia Militar começou a intensificar os policiamentos, principalmente no horário de entrada e saída da faculdade aqui, que é uma preocupação das mulheres que frequentam a faculdade”, disse ele à reportagem.

(Reprodução/Reprodução)

Veja abaixo a íntegra da nota da PM de Santa Catarina:

Sobre um vídeo gravado na Rússia, em que um grupo de homens brasileiros desrespeita uma cidadã estrangeira, a Polícia Militar de Santa Catarina esclarece que:

1.       Um policial militar foi identificado como um dos integrantes que aparecem no vídeo;

2.       A corporação não corrobora com este tipo de atitude que é incompatível com a profissão e o decoro da classe, previsto no Regulamento Disciplinar e no Estatuto da PMSC, independentemente de estar em período de férias, folga de serviço ou qualquer outra situação de afastamento, devendo portanto, responder por suas atitudes.

3.       Assim que der seu retorno, a corporação abrirá um processo administrativo disciplinar para apurar a conduta irregular do militar.

Quartel do Comando-Geral, 19 de junho de 2018.

Fonte: veja.abril.com.br