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Sampaio vence a batalha pelo acesso e está de volta à Série B

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Dois times entraram em campo no gramado do Castelão, apenas um saiu vivo. O Tubarão segurou o ansiedade, controlou o nervosismo da partida e carimbou o passaporte para a segunda divisão do futebol nacional com uma atuação pautada na solidez. Elemento que acompanhou a Bolívia Querida ao longo da competição.

90 minutos de muita luta, com um primeiro tempo tenso, com escassas chances de gol. Pelo lado do Sampaio, Sobral e Felipe Marques estiveram mais perto de abrir o placar, enquanto o Volta Redonda tentava tirar proveito da artilharia aérea. Um adversário perigoso, que precisou ser vigiado de olhos bem abertos.

Em nível de tensão, a etapa final não foi diferente do primeiro tempo. O coração foi exigido em sua pressão máxima. O placar seguiu em branco, não se movimentava, e a igualdade favorecia o Tricolor. Mas, em se tratando de futebol, nunca é bom confiar na vantagem.

O cronômetro passou a se tornar um aliado da Bolívia Querida, o acesso se aproximava com o empate, mas um gol iria aliviar bastante o sofrimento de todos no Castelão. E ele veio, com Fernando Sobral, que completou para as redes o passe de Marlon. Explosão no Castelão.

Mas o roteiro ainda reservava uma dose extra de adrenalina. O Volta Redonda empatou, e o drama ganhou contornos estratosféricos. As bolas aéreas começaram a aterrorizar a área, mas até os ancestrais guerreiros bolivianos subiram para afastar o perigo, e foi assim até o apito final. Um empate que levou o Sampaio à Série B. O Castelão explodiu em encarnado, verde e amarelo.

O acesso já veio. O Sampaio Corrêa está de volta à segunda divisão do futebol nacional, de onde jamais deveria ter saído.

A missão agora é outra. Começou a luta pelo tetra campeonato brasileiro. E por que não? #VumboraSampaio

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Sampaio Correa está pronto para sua última batalha rumo a Série B em 2018

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A preparação para o jogo do ano chegou ao fim. A equipe do Sampaio Corrêa está preparada para enfrentar o Volta redonda, neste sábado, às 16h30, no Estádio Castelão. O confronto vale uma vaga na Série B de 2018. Por ter vencido a primeira partida por 1×0, o Tricolor garante o acesso com um empate.

Como já havia realizado todos os trabalhos táticos, posicionamento e ajustes pontuais ao longo da semana, o técnico Francisco Diá deixou os jogadores livres para organizarem o tradicional “rachão”.

Ausente do último treinamento, devido a um problema no tornozelo, Esquerdinha participou normalmente do recreativo e está garantido para ajudar os companheiros a lutar pelo acesso.

César Sampaio sentiu um desconforto na coxa, na penúltima atividade, e foi vetado pelo departamento médico do clube.

Diá reconhece as qualificações do adversário, e alerta para a necessidade dos seus comandados estarem atentos a todo momento: “Trabalhamos bem durante a semana, e todos estão cientes da importância da partida. O Volta Redonda é uma equipe qualificada, bem treinada, e merece atenção total nos 90 minutos.”, apontou o treinador boliviano.

Concentrados desde quinta-feira, os jogadores do Sampaio Corrêa estão prontos para o duelo, considerado por todos como o jogo do ano.

Ingressos – Em mais um dia de postos de vendas movimentados, foram contabilizados 26 mil ingressos vendidos para o confronto contra o Volta Redonda.

Fonte: Site do Clube

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James Heckman e a importância da educação infantil

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O americano James Heckman, 73 anos, é reverenciado tanto em sua área de origem, a economia — que lhe rendeu o Prêmio Nobel em 2000 —, como na educação, que ele investiga com a curiosidade de quem ama calcular. Heck­man criou métodos científicos para avaliar a eficácia de programas sociais e vem se dedicando aos estudos sobre a primeira infância — para ele, um divisor de águas. É sobre esse assunto que falará, na segun­da-feira 25, no encontro Os desafios da primeira infância — Por que investir em crianças de zero a 6 anos vai mudar o Brasil, organizado pelas revistas Exame e VEJA e apoiado pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, pela Funda­ción Femsa e pela United Way Brasil. Professor na Universidade de Chicago, Heckman veio uma dezena de vezes ao Brasil. Estava no Rio quando recebeu o telefonema de sua vida. “Disseram-me que seria premiado com o Nobel, e eu achei que era trote”, revela ele, que fala com rara propriedade sobre o país.

Por que os estímulos nos primeiros anos de vida são tão decisivos para o sucesso na idade adulta? É uma fase em que o cérebro se desenvolve em velocidade frenética e tem um enorme poder de absorção, como uma esponja maleável. As primeiras impressões e experiências na vida preparam o terreno sobre o qual o conhecimento e as emoções vão se desenvolver mais tarde. Se essa base for frágil, as chances de sucesso cairão; se ela for sólida, vão disparar na mesma proporção. Por isso, defendo estímulos desde muito cedo.

Quão cedo? Pode parecer exagero, mas a ciência já reuniu evidências para sustentar que essa conta começa no negativo, ou seja, com o bebê ainda na barriga. A probabilidade de ele vir a ter uma vida saudável se multiplica quando a mãe é disciplinada no período pré-natal. Até os 5, 6 anos, a criança aprende em ritmo espantoso, e isso será valioso para toda a vida. Infelizmente, é uma fase que costuma ser negligenciada — famílias pobres não recebem orientação básica sobre como enfrentar o desafio de criar um bebê, faltam boas creches e pré-escolas e, sobretudo, o empurrão certo na hora certa.

Qual é o preço dessa negligência? Altíssimo. Países que não investem na primeira infância apresentam índices de criminalidade mais elevados, maiores taxas de gravidez na adolescência e de evasão no ensino médio e níveis menores de produtividade no mercado de trabalho, o que é fatal. Como economista, faço contas o tempo inteiro. Uma delas é especialmente impressionante: cada dólar gasto com uma criança pequena trará um retorno anual de mais 14 centavos durante toda a sua vida. É um dos melhores investimentos que se podem fazer — melhor, mais eficiente e seguro do que apostar no mercado de ações americano.

Se isso é tão claro, por que a primeira infância não está na ordem do dia de quem tem a caneta na mão para decidir? Há ainda uma substancial ignorância sobre o tema. Algumas décadas atrás, a própria ciência patinava no assunto. A ideia que predominava, e até hoje pesa, é que a família deve se encarregar sozinha dos primeiros anos de vida dos filhos. A ênfase das políticas públicas é na fase que vem depois, no ensino fundamental. E assim se perde a chance de preparar a criança para essa nova etapa, justamente quando seu cérebro é mais moldável à novidade.

A classe política também evita olhar para a primeira infância por achar que esse é um investimento menos visível a curto prazo? Os políticos podem, sim, considerar isso, mas estão redondamente enganados. Crianças pequenas respondem rápido aos estímulos de qualidade. Para quem tem o poder de decidir, deixo aqui a provocação: não investir com inteligência nesses primeiros anos de vida é uma decisão bem pouco inteligente do ponto de vista do orçamento público. Basta usar a matemática.

O que mostra a matemática? Vamos pegar o exemplo da segurança pública. Há ao menos dois caminhos para mantê-la em bom patamar. Um deles é contratar policiais, que devem zelar pelo cumprimento da lei. O outro é investir bem cedo nas crianças, para que adquiram habilidades, como um bom poder de julgamento e autocontrole, que as ajudarão a integrar-se à sociedade longe da violência. Pois a opção pela primeira infância custa até um décimo do preço. Recaímos na velha questão: prevenir ou remediar? Como se vê, é muito melhor prevenir.

O senhor pode soar fatalista: ou bem a criança é estimulada cedo ou terá perdido uma oportunidade única para o aprendizado? A discussão realmente abre uma margem para essa interpretação, mas não é bem isso. A mensagem jamais pode ser: depois dos 5 anos, já era. Desde que a criança esteja vivendo em sociedade, ela vai aprender. Existe na espécie humana uma extraordinária capacidade de se beneficiar do ambiente. Só não podemos deixar de encarar o fato de que uma criança que tenha sido alvo de elevados incentivos conquistará uma vantagem para o resto da vida. De outro lado, quanto mais uma criança fica para trás, mais dificuldade ela terá para preencher as lacunas do princípio.

O senhor discorda então de uma ala de cientistas que vê as chamadas janelas de oportunidade para o aprendizado como algo mais definitivo? Acho que há exagero nesse campo: é como se tivéssemos no cérebro janelas que se abrem por inteiro numa fase e se fecham por completo em outra. Dito isso, há, sim, momentos mais favoráveis para a aquisição de certos conhecimentos: se quiser falar um idioma sem sotaque, é mais apropriado começar aos 8 do que aos 16 anos.

A propósito dos 8 anos, o economista Adam Smith (1723-1790) dizia que as crianças eram todas essencialmente iguais até essa idade. O senhor concorda? Não. Smith tinha uma visão idealista segundo a qual todos seríamos iguais por natureza até esse ponto da vida e, só aí, começaríamos a nos diferenciar uns dos outros. Mas a ciência já deixou claro que há capacidades inatas que nos distinguem, como a noção espacial ou a habilidade numérica ou ainda o talento para piano, artes e xadrez. Reconhecê-las e incentivá-las cedo torna-­se uma vantagem.

Que tipo de política pública de primeira infância tem surtido mais efeito? O grande impacto positivo vem de programas que conseguem envolver famílias pobres, creches e pré-­escolas, centros de saúde e outros órgãos que, integrados, canalizam incentivos à criança — não só materiais, evidentemente. O programa americano Perry, da década de 60, é um exemplo clássico de que o investimento em uma boa pré-escola produz ótimos resultados.

Por que esse modelo é bom? Ele envolve ativamente os alunos em projetos de sala de aula, lapidando habilidades sociais e cognitivas, sob a liderança de professores altamente qualificados. A família mantém um estreito elo com a escola. Temos de ter sempre certeza de que a família está a bordo, qualquer que seja a iniciativa.

Não é irrealista esperar tanto de famílias que vivem na pobreza, como no Brasil? Um bom programa de primeira infância consegue ajudar a família inteira, fazendo chegar até ela informações, boas práticas e valores essenciais, como a importância do estudo para a superação da pobreza.

Pesquisas brasileiras mostram que muitas crianças que frequentam creches e pré-escolas acabam se saindo pior nos primeiros anos de estudo do que outras que ficam em casa. O resultado o espanta? Não. Já vi estudos que chegaram a conclusão idêntica nos Estados Unidos, no Canadá e na Europa. Trata-se de uma questão sem resposta absoluta: tudo depende do tipo de incentivo que a criança tem em casa e daquele que receberá na creche. Não é que a escola faça mal, mas é preciso indagar: onde a criança tem mais a ganhar ou menos a perder?

O que o Brasil pode aprender com a experiência internacional? Os programas de maior retorno são justamente aqueles que se apoiam em uma rede e, através dela, levam às famílias toda sorte de incentivos, de diferentes áreas que convergem. Aliás, o Brasil tem uma vantagem aí: o sistema público de saúde alcança todos os cantos e pode funcionar como ponto de partida para essa rede de estímulos. O país também deveria prestar atenção na qualidade dos professores: países como a Finlândia souberam valorizar a carreira docente — não apenas no salário, que fique claro — e colheram grandes resultados na educação desde cedo.

Existe um debate no Brasil sobre a extensão da licença paternidade — a lei brasileira garante hoje apenas cinco dias ao pai. O senhor é a favor? O princípio de o pai ter a chance de estreitar laços com o filho desde o começo é bem-vindo. Os benefícios vão depender, porém, de como esse tempo será efetivamente aproveitado.

O senhor é um dos precursores de uma discussão que agora está em alta nas rodas educacionais: o desenvolvimento de habilidades so­cioemo­cio­nais. É possível mesmo ensiná-las? Sim, na escola e em casa. O grande erro nesse debate é tratar tais habilidades — autocontrole, resiliência, trabalho em equipe — como algo que não tem nada a ver com as habilidades cognitivas, o aprendizado das matérias propriamente ditas. Não existe essa fronteira. O bom professor está sempre ensinando as duas: ao aprender a ler e a soletrar as palavras, a criança interage com amigos, forma vínculos, lida com emoções ligadas ao sucesso e ao fracasso — enfim, aprende a se comunicar de forma ampla.

Por que tantos educadores torcem o nariz quando se fala em habilidades socioemocionais? Eles ainda estão aferrados à ideia obsoleta de que inteligência se resume a QI, um conceito de cinquenta anos atrás que não evoluiu com o mundo.

Ler para a criança desde cedo está no rol dos grandes incentivos de efeito comprovado pela ciência. Por que isso é tão poderoso? Porque estimula ao mesmo tempo o gosto pela leitura, a capacidade de comunicação e a curiosidade para adquirir conhecimento. Se nada der errado, isso se desdobrará por toda a vida.

O incentivo dos pais pode virar exagero? Observo em famílias de classes mais altas uma tendência à proteção exagerada dos filhos. Considero isso um erro. Todo mundo deve experimentar não só as vitórias como também os fracassos. São eles, afinal, uma fonte essencial para o aprendizado.

Publicado em VEJA de 27 de setembro de 2017, edição nº 2549

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Aonde vamos parar! Peritoró sem delegacia?

Aconteceu o que de fato já vinha sendo desenhado no cenário da Segurança Pública da cidade de Peritoró -MA. A cidade está no momento sem um prédio onde possa funcionar uma Instituição de tamanha importância para uma comunidade, a Polícia Civil, pois cabe a ela o trabalho de investigação e crimes, além de abertura de procedimentos que vão desde os crimes de menor potencial até os mais complexos.

Por decisão judicial, o governo do estado teve que desocupar o prédio onde a Polícia Judiciária era estabelecida, porém sem prédio próprio e sem muita estrutura e meios para se realizar um trabalho a contento. Assim está sendo resumida a história de um desfecho desagradável para o cidadão, que deverá se deslocar pelo menos 100 km para ter parte de seus direitos, imaginem você uma mulher que foi agredida pelo seu marido e necessite registrar um Boletim de Ocorrência? É sofrido né?

Pois bem, o problema de Peritoró não é recente, há anos a Polícia Civil esteve ocupando um prédio, onde o Estado cuidou de atrasar o pagamento dos aluguéis em 4 anos, forçando assim seu dono a acionar a justiça para rever seus direitos, assim a decisão judicial proferida foi a de desocupação do local. O único lado positivo desta situação, é que forçará o governo a construir imediatamente um local digno para os policiais civis executarem suas tarefas em parceria com a co-irmã Polícia Militar para melhor proteger os direitos dos cidadãos de Peritoró.

 

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Ministério Público do Maranhão solicita reabertura de Agência do Banco do Brasil de Paraíbano-MA

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Único estabelecimento para movimentações bancárias no município está fechado desde 2016.

Em Ação Civil Pública proposta em 20 de setembro, o Ministério Público do Maranhão requereu a reabertura da agência do Banco do Brasil do município de Paraibano. Ajuizou a manifestação ministerial o promotor de justiça Gustavo Pereira Silva.

Consta na ação que a única agência bancária existente no município teve a sua atividade regular suspensa em 2016, em razão do número de assaltos ocorridos no local.

Conforme explicou o promotor de justiça, o fechamento da agência tem privado os consumidores do município de realizarem movimentações financeiras, que estão sendo obrigados a percorrer no mínimo 40 km para efetuarem saques de valores monetários.

Em resposta a ofício enviado pelo MPMA no último mês de agosto, o Banco do Brasil informou que o estabelecimento foi transformado em posto de atendimento, sem movimentação de dinheiro. Uma ação criminosa, na qual bandidos explodiram caixas eletrônicos da agência, teria determinada a suspensão das atividades.

“Tal fato tem causado a descontinuidade nesse serviço público de índole essencial, de caráter contínuo, sem ofertar qualquer alternativa aos seus usuários, provocando enormes dissabores e transtornos, afetando, inclusive, a economia local, ante a impossibilidade de circulação de dinheiro e prejudicando a realização de transações financeiras feitas exclusivamente por intermédio de agência bancária”, completou Gustavo Pereira Silva.

Na ação, o promotor de justiça enfatizou que a suspensão das atividades viola o Código de Defesa do Consumidor.

“Nesse contexto, vale destacar, que se torna inconcebível que uma instituição financeira de grande porte, como o Banco do Brasil, que cada vez mais maximiza seus lucros e socializa os seus prejuízos, além de cobrar tarifas bancárias exorbitantes, se dê ao luxo de deixar a comunidade local ao seu bel prazer, não efetivando o restabelecimento dos serviços bancários (disponibilidade de dinheiro nos caixas) na agência de Paraibano”, concluiu o representante do MPMA.

PEDIDOS

Além do restabelecimento das atividades da agência, possibilitando saque em dinheiro e emissão de talões de cheque, a Promotoria de Justiça da Comarca de Paraibano solicitou que o Banco do Brasil seja compelido a informar e disponibilizar canais de comunicação, Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) e Ouvidoria para que os consumidores possam efetuar cancelamento, suspensão de contratos e serviços, reclamações, tirar dúvidas ou obter informações sobre produtos e serviços.

Em caso de descumprimento, foi sugerido o pagamento de multa diária no valor de R$ 100 mil ou outro valor estipulado pela Justiça.

Redação: Eduardo Júlio (CCOM-MPMA)

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Programa de rádio do Grupo FC mantém foco em divulgar mazelas de Timbiras e deixa de publicar denuncias contra serviços prestados por prefeitura de Codó

Está caindo no descrédito da população codoense a linha editorial tendenciosa do grupo político do prefeito de Codó no que tange à publicidade dos atos e participação popular e democrática das reivindicações via rádio. Acontece que em meio à impopularidade de Francisco Nagib (prefeito de Codó), a direção dos programas jornalísticos está vetando a participação de ouvintes que denunciam problemas enfrentados pela população de Codó. O apresentador claro, não pode fazer muita coisa a não ser respeitar e acatar decisão do diretor da emissora.

Para amenizar o boicote aos codoenses, o apresentador foca agora as denúncias enviadas via Redes Sociais da emissora da cidade vizinha, Timbiras, como estratégia para usar o tempo da programação.

Este Blog recebe vários prints de textos enviados à emissora, que são visualizados, porém não divulgados ao longo da programação. Os reclames locais não são publicados para não mostrar a faceta da impopularidade do grupo político da situação.

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Escola que teve aulas suspensas por falta de vigilantes retorna às atividades temporariamente

lucia

Após publicação no dia de ontem sobre a paralisação das aulas na Escola Lucia Bayma, localizada na Rua Afonso Pena, onde a escola foi alvo de ação criminosa praticada por dois assaltantes que levaram vários celulares de alunos que estavam guardados na secretaria, o fato aconteceu no meio da semana passada.

Dois homens tiveram acesso as dependências internas com muita facilidade e de posse de uma arma de fogo renderam um funcionário e levaram os aparelhos. No dia seguinte ao crime, um suspeito foi preso.

Mesmo com a prisão de um suspeito, a diretora da escola, tomou a decisão de suspender as aulas até que alguma providência fosse tomada pelo governo estadual.

Parece que a estratégia deu certo, ontem as aulas retornaram com dois vigilantes contratados temporariamente, até que a empresa que é responsável pela prestação de serviços de segurança patrimonial possa ser acionada.

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Aprovado em 2º turno texto-base de PEC sobre coligações; destaques ficam para próxima semana

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O Plenário aprovou, por 363 votos a 24 e 2 abstenções, em segundo turno o texto-base da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 282/16, sobre coligações partidárias e cláusulas de desempenho.

O texto principal é o aprovado em primeiro turno, com as modificações decorrentes da aprovação de destaques, como o fim das subfederações, no âmbito dos estados, e a proibição de coligações nas eleições proporcionais apenas a partir de 2020.

No segundo turno, podem ser apresentados somente destaques supressivos, ou seja, que retirem trechos do texto.

Devido ao baixo quórum, os líderes partidários entraram em acordo com o presidente em exercício da Câmara dos Deputados, Fábio Ramalho, para deixar os destaques para a próxima semana.

Em seguida, a sessão foi encerrada.

Fonte: Agência Câmara

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Direção de escola estadual de Codó resolve paralisar atividades por falta de vigilantes

lucia

A direção da escola CEM Lúcia Bayma, situada na Rua Afonso Pena, Centro resolveu realizar uma paralisação de advertência de  suas atividades até que um problema que incomoda alunos e professores  seja resolvido, a falta de segurança na instituição.

De acordo com alguns alunos a decisão foi tomada depois que a escola foi alvo de criminosos que teriam tido acesso à parte interna e  de posse de uma arma de fogo ameaçado funcionários e  levado todos os celulares dos alunos que estavam guardados na secretaria.

Essa não foi a primeira vez que a escola foi alvo de criminosos, porém da forma como os bandidos agiram sim, anteriormente a escola tinha sido alvo de um arrombamento.

Fator que contribuiu com o crime

Há alguns meses a empresa que era responsável pela vigilância da escola deixou de prestar o serviço de segurança patrimonial, vários foram os motivos, dentre estes a falta de pagamento dos vigilantes, com isso a insegurança no local passou a ser real, principalmente por conta da localização do prédio, onde a proximidade com a Cracolândia tem tornado o local um trecho onde transitam usuários de drogas, traficantes e assaltantes.

As atividades foram suspensas desde a segunda – feira até que o governo do estado possa intervir no caso, isso é o que chamamos de escola digna?