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Moradores do bairro Codó Novo voltam a ser vítimas da fumaça do Lixão

fumaça

Os moradores do bairro Codó Novo em toda área que compreende a faixa esquerda da Rua Puraquê no sentido Rua São Luis – IFMA, voltaram a ser incomodados pela fumaça tóxica oriunda do Lixão da cidade na tarde/noite desta segunda (18/06).

Apesar do anúncio feito pelo prefeito Francisco Nagib, a concretização da promessa de criação de um aterro sanitário para atender as demandas da cidade de Codó, ainda está sem definição de quando de fato aquela população vai deixar de sofrer com o problema.

Um dos maiores poluentes resultantes da incineração do lixo são as dioxinas, um grupo de compostos organoclorados que são bioacumulativos e tóxicos. O mais perigoso é o  2,3,7,8-TCDD (2,3,7,8-tetraclorodibenzo-p-dioxina), mostrado a seguir:

Essa substância é liberada principalmente na incineração do PVC.

Além disso, se o lixo possuir pilhas ou baterias que foram descartadas incorretamente, substâncias derivadas de metais pesados também poderão ser geradas, tais como o mercúrio, o chumbo e o cádmio, que são muito tóxicos, mesmo em pequenas quantidades. Essas substâncias são bioacumulativas, carcinogênicas e teratogênicas (podem causar dano ao embrião ou ao feto durante a gravidez), podendo ser absorvidas pela pele, inaladas ou ingeridas. Com todos esses agravantes, os hospitais que acabam por receber o público vítima da fumaça.

Adaptado do jornaloexpresso.wordpress.com

Bezerra

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