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Vereador baixa nível com palavrão em plenário durante sessão, e por coisas piores ninguém foi caçado

Uma tempestade num copo com água, assim podemos definir a repercussão da “porra” soltada em pleno pronunciamento na última sessão da Câmara Municipal de Codó.

Mostrando-se descontrolado, e talvez confundindo o local de trabalho, o vereador Delegado Rômulo, achando que estava na função de delegado no cumprimento de um “Mandado Judicial”, pronunciou, uma palavra que em alguns contextos não tenha um sentido tão pesado, quanto o do momento de uma Sessão Legislativa, onde a quantidade de ouvidos centrados no que estava em debate, nem tenham captado o contexto.

Acostumados com pronunciamentos recheados de erros de concordâncias e quebras de protocolos, as sessões na Câmara Municipal de Codó nos trás situações inusitadas, engraçadas e até ridículas. Cenas de desrespeito ao pudor, da ética e da responsabilidade marcaram ao longo dos tempos aquela Augusta casa num palco de circo, teatro e até roud. Quem por exemplo, não lembra das cenas de pancadaria em que vereadores foram aos tapas?

Pois é, agora uma “porra” dita em um local que deveria ser de debate de idéias e de elaboração de políticas educacionais e de segurança, por exemplo, acabou sendo transformado num ambiente hostil e de guerra.

A pergunta que fica, é a seguinte:

Será que algum vereador terá coragem de votar a favor de um pedido de cassação de um colega, por conta de um palavrão?

Bom meus amigos, isso pode ser apenas fogo de palha, mas serve para mostrar por um lado que, coisas piores já aconteceram naquela casa, inclusive práticas criminosas de desvio de recursos, porém, nenhum deles teve a coragem de abrir a boca e rasgar o verbo em favor da ética e da honestidade, para trazer à tona o lado podre da política de lá.

Quem não lembra dos funcionários fantasmas? Isso também não seria quebra de decoro?

 

Bezerra

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