O PDT de hoje é o inverso de ontem, Brizola ou Jackson jamais aceitariam a postura vigente de seu alto escalão

Político controverso, odiado e igualmente reverenciado por muitos, Leonel de Moura Brizola que morreu 2004, não aceitaria o momento atual do partido que ajudou a fundar, o próprio Leonel Brizola Neto descreve em sua página na Rede Social – Facebook que a ala podre do PDT já se prostituiu com a sede do poder, alianças antidemocráticas estão sendo feitas para atender as benesses de grandes grupos empresariais, aquele que antes era o partido da defesa das causas trabalhistas, hoje é o partido das causas empresariais.

E assim no Maranhão não está sendo muito diferente, com a mesma sede o prefeito de São Luis, abandonou a legenda que o colocou no Executivo Municipal (PTC) e migrou para o PDT, dentre outros interesses o motivo principal foi o da agregação do tempo na TV nas próximas eleições. Vários políticos sem perfis que se encaixem nos ideais partidários estão sendo filiados para dar também força econômica. Somos um país sem memória e que não respeitamos nossos heróis.

A máfia do PDT está estrangulada pelo fio da história. O senador Cristovam Buarque faz o papel de porta-bandeira dos tucanos na Rede Globo.

O PDT, abandona Lula e Dilma para carregar as malas do PMDB. Segundo as ratazanas do Partido Demo Tucano, Lula deixou de ser o novo Getúlio Vargas.

Desde o seu enfrentamento com a UDN, Leonel Brizola nunca considerou a corrupção o motor da história. Por trás das denúncias de corrupção está o verdadeiro segredo da política hoje: entregar a Petrobrás para o imperalismo (vide o projeto de lei apresentado por José Serra, a vanguarda do entreguismo, para esfacelar a Petrobrás).

O mais deplorável disso tudo é que o PDT, Partido Demo Tucano, está apoiando a iniciativa anti-getulista do senador tucano.

Quem foi Brizola?

Único político do Brasil eleito em votação popular para governar dois estados diferentes — o Rio Grande do Sul, na década de 60, e o Rio de Janeiro, nos anos 80 e 90, elegeu a Educação como principal bandeira de sua agitada trajetória política. No governo do Rio Grande do Sul, ele construiu mais de seis mil escolas para acabar o analfabetismo. No Rio de Janeiro, foram mais de 600 Cieps, que o povo batizou de ‘brizolões’, um dos motivos para que seus sucessores boicotassem o projeto.

A defesa das instituições democráticas e a luta pela redução da desigualdade social também marcaram a vida do gaúcho.

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