Sampaio Corrêa vence Paysandu, fica na 5ª colocação e se mantém vivo

Vitória da garra. Na decisão contra o Paysandu, a Bolívia Querida superou o rival direto na luta pelo G4 e manteve a chama do acesso acesa, num jogo de alta voltagem no estádio Castelão.

Jheimy foi autor dos dois gols

Luta aberta. Times com objetivos concretos. Primeiro tempo movimentado, com toda a carga dramática que a partida sugeria.

Em menos de quinze minutos, o Sampaio meteu uma bola na trave, com Edgar, e criou uma grande oportunidade com Jheimy, salva pelo goleiro paraense. O Tubarão queria demarcar território e abrir o placar.

Mas o Paysandu representava um perigo considerável, e também chegava. Rodrigo voou para salvar. Grande defesa. O jogo não parava.

Em duelo dessa magnitude. A bola parada é uma opção, e foi por meio dessa alternativa que o Sampaio estufou a rede. Escanteio, bate-rebate, mas Jheimy não deixou passar. Bolivão na frente.

Consciente, o Sampaio passou a administrar um pouco mais a partida, sem correr riscos desnecessários. Foi assim até o fim do primeiro tempo. Vantagem boliviana no marcador.

A etapa final teve início com o Paysandu tentando impor pressão. Mas a solidez defensiva Tricolor se garantia lá atrás, e escapava em velocidade.

Em sua primeira oportunidade no segundo tempo, o Sampaio assustou. Edgar arrancou pela esquerda, cortou para o meio e colocou com estilo. O goleiro paraense salvou com a ponta do dedo.

Sem pretender sentar na vantagem, o Tricolor buscava liquidar a fatura de uma vez, esbarrando, ora na trave, ora no inspirado goleiro do Paysandu, que conseguiu salvar milagrosamente disparos de Nádson e Válber.

O receio de ser castigado pairou no ar, e a crueldade quase se materializa com uma bola do Paysandu que bateu no travessão e estalou pra fora. Uma lance que deixou todos com o coração na mão. Alívio no Castelão.

Alerta dado. Era preciso definir a situação de uma vez. Subiu a placa. Seis minutos. Uma eternidade. O banco Tricolor pediu o fim do jogo, mas Jheimy tratou de tranquilizar geral. O gol do desafogo, do suspiro profundo, da esperança que se mantém viva. Vitória garantida.

Etapa superada. Faltam seis atos. Agora, o desafio é em Natal. Só há uma certeza. O Sampaio está vivo. Sim, muito vivo.

Servidores em greve da AL protestam por PCCV e contra funcionários fantasmas

Funcionários fantasmas vão de cargos de motorista a assessor Especial Legislativo

Em greve desde o início da semana, servidores efetivos da Assembleia Legislativa do Maranhão realizam, desde as primeiras horas da manhã desta quinta-feira 22, uma intervenção na área externa da sede do Poder Legislativo em protesto por melhores condições de trabalho e salários, por meio da reforma do Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV), e contra o inchaço da folha de pagamento com funcionários fantasmas.

Para chamar a atenção da sociedade para a falta de moralização da administração dos recursos públicos na gestão do atual presidente da Casa, deputado Humberto Coutinho (PDT), dezenas de estacas com cobertores e máscaras fantasmas foram fixadas em frente à Avenida Jerônimo de Albuquerque, uma das mais movimentadas da capital.

Toda a movimentação acontece, inclusive, na mesma data em que a Assembleia Legislativa preside pela primeira vez, com a presença do governador Flávio Dino (PCdoB), uma reunião ampliada do Colegiado de Deputados Parlamentares da Amazônia, o Parlamento Amazônico no Maranhão.

Os servidores em greve atribuem a Coutinho a motivação do movimento paredista, ao descumprir o acordo estabelecido com a categoria de implantação do PCCV por conta da grande quantidade de funcionários fantasmas.

A mobilização do primeiro dia da greve consistiu na concentração dos servidores em frente à porta do Plenário, munidos de faixas e cartazes com palavras de ordem, solicitando apoio dos deputados ao movimento, denunciando a presença de comissionados fantasmas e repudiando os atos de alguns diretores que, com ameaças de corte de ponto e avaliações negativas do Estágio Probatório, tentaram intimidar a participação dos servidores.

De acordo com levantamento feito pelo Sindsalem (Sindicato dos Servidores da Assembleia Legislativa do Maranhão), até março deste ano, dos 1.939 funcionários do Legislativo estadual, 76%, isto é, 1.476 são de cargos em comissão cuja natureza de ocupação é transitória, restando 24%, ou seja, apenas 463 que representam os servidores efetivos e estáveis, sendo que 15 estão à disposição de outro Poder ou foram requisitados com ônus para a Casa do Povo.

Pela movimentação na Assembleia e uma lista que está sendo analisada pelo Atual7, destes 1.476 comissionados, pelo menos próximo de 500 realmente trabalham. O restante desta folha é que seria todo constituída por fantasmas.

Com base na Lei de Acesso à Informação (LAI), o número atualizado de servidores da AL, do mês de outubro, será solicitada ao Departamento de Pessoal. Com o hiato até então desconhecido da quantidade de pessoas que entraram como comissionados principalmente na Presidência da Casa, suspeita-se que o número de fantasmas seja bem maior.

Fonte: Atual7

Maranhense que imobilizou ladrão vence no principal evento de MMA do país

Você lembra daquela lutadora maranhense, Monique Bastos, 23 anos, de Açailandia-MA, que ganhou notoriedade nacional em setembro deste ano, quando um ladrão em cima de uma bicicleta tentou roubar seu celular? Pois é azar o dele! Segura, ela agarrou o meliante, derrubou-o da bicicleta, encaixou um triângulo invertido e o imobilizou até a chegada da polícia.

Lutadora Monique Bastos

Depois desse fato, Monique viajou o país, conheceu muitos famosos e acabou recebendo vários convites para entrar de vez no concorrido mercado do MMA.

Na noite do último sábado (24), a lutadora fez sua estreia na modalidade no Jungle Fight 82, ocorrido em São Paulo, Monique Bastos foi ovacionada pela torcida presente no ginásio ao entrar na Arena. Ela chegou para o confronto contra a chilena Jennifer Gonzalez com moral. Para delírio da galera, a cena se repetiu e a brasileira novamente encaixou um triângulo indefensável ainda no primeiro round. Bela atuação de Monique. UFC de olho nela.

Pecuarista amigo de Lula admite empréstimo com lobista Fernando Baiano

Em entrevista ao jornal ‘O Estado de S. Paulo’, Bumlai – acusado por réu da Lava Jato de receber propina e repassar R$ 2 milhões à nora do ex-presidente – reconheceu ter pegado dinheiro emprestado com delator, mas alega que quantia era para pagar dívidas de sua empresa. Só não esclareceu se pagou o empréstimo

O pecuarista e empresáio José Carlso Bumlai, amigo do ex-presidente Lula: suspeita de envolvimento no esquema de propinas de Campinas

O pecuarista e empresário José Carlso Bumlai, amigo do ex-presidente Lula(Cristiano Mariz/VEJA)

Em sua bombástica delação premiada, o lobista Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano, envolveu o nome de um dos amigos mais próximos de Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo ele, o pecuarista José Carlos Bumlai recebeu 2 milhões de reais de propina para intermediar negócios no setor de petróleo, valor entregue a uma nora do ex-presidente da República. Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, Bumlai negou a acusação. Mas admitiu ter contraído um empréstimo de 1,5 milhão de reais. O curioso é que o empresário, de 71 anos, não esclarece se devolveu o dinheiro ao operador de propinas do PMDB, com quem jamais teve intimidade na vida.

“Ele fala que me deu 3 milhões de reais, depois virou 2 milhões de reais, ele até se confunde na delação. Em 2011, no mês de setembro, eu tive uma dificuldade, eu não lembro porque, dificuldade financeira. Como eu estava com aquele meu negócio que renderia um bom… eu tinha aberto um canal de conversa com o Fernando, eu pedi a ele, ‘Fernando, me arruma um milhão e meio, nem três, nem dois, me arruma um milhão e quinhetos mil, eu te devolvo. Ele me arrumou, esta é a minha verdade. Paguei a minha folha que estava bastante atrasada. Fiquei de devolver o dinheiro para ele, tive um problema de saúde muito sério. Não tem nada a ver com a OSX, nada a ver”, afirmou Bumlai ao jornal.

Fernando Baiano, que está preso em Curitiba desde dezembro de 2014, revelou em sua delação que a sua aproximação do pecuarista – que sempre teve acesso livre ao Palácio do Planalto — tinha como interesse os contratos dos navios-sonda para o grupo OSX, do empresário Eike Batista. E disse que Lula recebeu Bumlai e o presidente da Sete Brasil para discutir o negócio. O pecuarista confirmou a reunião, que ocorreu dentro do Instituto Lula, em São Paulo, mas disse que diferentes negócios estão sendo confundidos. “Conheci o Fernando Baiano como empresário de uma companhia internacional, a Acciona, trabalhando no ramo de energia. Ele falou agora que fizemos um projeto da OSX com a Sete Brasil. Eu fui apresentado ao grupo Eike Batista pelo Baiano, tentando vender um projeto termelétrico meu, uma usina de 660 megas. Ele teria dito que o Grupo Eike Batista teria interesse em comprar. Me apresentou lá, eu fui, abrimos uma relação de negócios, certo? Aí, começam a misturar as coisas”, defendeu-se.

Bumlai disse que a conversa não teve relação e que mal participou dela: “Almocei com o Baiano no restaurante Tatina, ele me apresentou o (João Carlos, presidente da Sete Brasil) Ferraz nesse momento. Eu não conhecia o Ferraz, não tinha noção de quem era. Ele contou lá as preocupações com respeito ao setor e tal. Eu disse, ‘Olha, não entendo nada disso, vou até dar uma recomendação. Vai conversar com o presidente, seja sucinto e coloca teu problema rápido porque é um entra e sai. Terminado o almoço, o Baiano foi embora. Eu levei o Ferraz lá no Instituto (Lula), apresentei o Ferraz. Ele não conhecia o presidente. Eu fiquei olhando um livro do Corinthians e saí. Tinha uma outra pessoa na sala, eu não lembro quem era, acho que era o (Paulo) Okamoto (presidente do Instituto Lula). Fiquei lá, conversando, quando terminou não sei se foi mais de 30 ou 40 minutos, dei carona para ele até o aeroporto. Eu não conversei, fiquei sabendo depois do negócio da indústria naval, sondas, OSX”, diz o pecuarista

Em relação à denúncia de que teria intermediado – junto ao Banco Shahin – o pagamento de uma conta de 60 milhões de reais do PT referente à campanha presidencial de Lula na eleição de 2006, Bumlai classificou como ‘último absurdo’. “Meu Deus, eu não sou filiado ao PT, esse Rui Falcão (presidente nacional do PT), até posso ter sido apresentado a ele, muito prazer… Mas não tenho nenhuma ligação com ele, não faço política e, de repente, vou fazer uma negociação para pagar 60 milhões de dívida do PT? Eu lá sei de dívida do PT! Nunca recebi conta de ninguém para botar dinheiro na conta deles (do PT), nunca. Nunca dei um tostão para campanha de Lula. Por que eu iria intermediar? Por que eu intermediar dívida do PT na Petrobrás? Não tem sentido”.

Ao longo da entrevista Bumlai tenta minimizar a amizade com o ex-presidente, a quem classifica como “uma boa pessoa cativante, eclética, que fala de tudo e tem boas tiradas”. Ele admitiu conhecer as quatro noras de Lula, mas jurou não ter negócios com a família. “A amizade não é amizade de negócio, de empresa. Lula nunca foi na minha fazenda depois de 2002, nunca visitou empreendimento nosso, nunca tive qualquer relação comercial com ele, até porque, depois que ele foi eleito, fiz questão de que assim fosse”. O discurso contrasta com os fatos. Bumlai tinha um crachá e autorização expressa para que tivesse livre acesso ao Palácio do Planalto durante o governo do ex-presidente. “Eu não sabia que tinha aquilo lá, esse crachá. Aliás, o crachá tinha que estar comigo, não?. Muito bem, nunca soube daquele crachá. Durante os oito anos que o presidente Lula esteve no Palácio do Planalto eu fui duas vezes no gabinete dele”, diz.

Ele negou também ter pago o apartamento de um dos filhos do ex-presidente. Lula, aliás, em uma reunião com diretores do Movimento dos Sem Terra (MST), realizada no sábado, disse estar “muito irritado” com as citações de nomes de seus familiares na Lava Jato.

Fonte: veja.abril.com.br

Irmão de Glaubert Cutrim é condenado com a perda do cargo de prefeito de São José de Ribamar

A pedido do Ministério Público do Maranhão, a Justiça condenou, em 16 de outubro, o prefeito de São José de Ribamar, Gil Cutrim, à perda da função pública e à suspensão dos direitos políticos pelo prazo de cinco anos. Também foi condenado ao pagamento de multa no valor de 50 vezes a última remuneração recebida no cargo. Outra penalidade é a proibição de contratar com o Poder Público ou receber incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, pelo prazo de três anos.

Todas as sanções são previstas na Lei nº 8.429/92 (Lei de Improbidade Administrativa). A decisão, proferida pelo juiz Jamil Aguiar da Silva, acolhe Ação Civil Pública por improbidade administrativa proposta pela promotora de justiça Elisabeth Albuquerque de Sousa Mendonça, titular da 1ª Promotoria de Justiça Cível da Comarca de São José de Ribamar.

IRREGULARIDADES

Consta nos autos que foi promovido concurso público para preenchimento de vagas na Prefeitura de São José de Ribamar, destinado a substituir servidores admitidos por contratações temporárias. O concurso foi homologado em 28 de novembro de 2011.

Ao mesmo tempo, foram criados, pela Lei Municipal nº 962/12, cargos comissionados que não possuem atribuições de direção, chefia ou assessoramento, além de serem preenchidos diversos cargos por servidores contratados sem respaldo legal. Devido a esta irregularidade o Ministério Público do Maranhão firmou Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Município, objetivando a convocação e nomeação dos candidatos aprovados e classificados no concurso. O objetivo era substituir os contratados temporariamente.

Apesar do TAC firmado e da realização do concurso, não houve a convocação e admissão dos classificados no certame, sendo mantidos o quadro irregular de servidores. Em 4 de setembro de 2012, a 1ª Promotoria de Justiça Cível da Comarca de São José de Ribamar realizou uma reunião com representantes da prefeitura, na qual foi acertada a regularização dos cargos no prazo de seis meses.

No entanto, a prefeitura continuou mantendo em seus quadros inúmeros servidores temporários sem a comprovação de que estivessem atendendo a uma necessidade temporária de excepcional interesse público, conforme prevê a Constituição Federal.

“Os elementos colhidos nos autos não deixam dúvidas acerca do elemento doloso na conduta de Gil Cutrim, sobretudo considerando que o mesmo era ciente das irregularidades encontradas na administração, inclusive tendo assumido pessoalmente o compromisso de reduzir o quantitativo de cargos comissionados e efetuar a nomeação dos aprovados no concurso, porém, foi constatada a continuidade das contratações irregulares”.

Redação: Eduardo Júlio (CCOM-MPMA)

Câmara aprova mais autonomia para a Polícia Federal no combate a drogas sintéticas

Pela proposta, a PF também terá amparo legal para definir quais substâncias se enquadram nessa categoria. A Anvisa será responsável por atualizar periodicamente a lista das drogas sintéticas. Texto segue para análise do Senado

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quinta-feira (22), proposta que estabelece normas para repressão à produção não autorizada e ao tráfico ilícito de drogas sintéticas. A matéria será enviada ao Senado.

Nilson Bastian
Dep. Eduardo da Fonte
Eduardo da Fonte: produtores mudam frequentemente a composição química dessas drogas. Proposta dará mais agilidade às apreensões pela polícia

O texto aprovado é um substitutivo do deputado Esperidião Amin (PP-SC), pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), ao Projeto de Lei 4852/12, do deputado Eduardo da Fonte (PP-PE). Conforme o substitutivo, a lista das substâncias consideradas drogas sintéticas poderá ser atualizada também pela Polícia Federal (PF). A atribuição primordial é da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que tem de atualizar periodicamente a lista.

O autor do projeto original ressaltou que a Polícia Federal ganhou mais autonomia e autoridade para definir o que é uma droga sintética. “Muitas vezes, os traficantes desse tipo de droga se livram porque a PF não tem amparo legal para definir que a substância é mesmo uma droga”, afirmou Eduardo da Fonte.

Agilidade
A intenção é dar mais agilidade à polícia no prosseguimento de ações de apreensão de drogas sintéticas devido à rapidez com que os produtores mudam a composição química das substâncias, provocando outro enquadramento na lista.

Gilmar Felix – Câmara dos Deputados
Reunião Ordinária. Dep. Esperidião Amin (PP-SC)
Esperidião Amin não acredita que projeto reduza importância da Anvisa

O texto prevê ainda que a lista elaborada pela Polícia Federal poderá ser submetida à Anvisa para homologação.

Quanto às drogas sobre as quais o Brasil recebe alerta prévio de organismos internacionais, o projeto permite sua imediata apreensão cautelar na ação policial, independentemente de sua inclusão antecipada na lista das substâncias sujeitas a apreensão por serem consideradas ilícitas.

O substitutivo aprovado inclui ainda, explicitamente, os anabolizantes como drogas se especificados na lista da Anvisa.

Atribuições
Na discussão da matéria, a deputada Erica Kokay (PT-DF) defendeu seu substitutivo aprovado pela Comissão de Seguridade Social e Família, que atribuía à Anvisa a competência para definir quais substâncias devem ser consideradas drogas ao ponto de causar prejuízos ao usuário. “Respeito o parecer, mas lamento que o acordo tenha convergido em torno dessa solução”, disse.

Luis Macedo / Câmara dos Deputados
Discussão e Votação do Parecer à PEC 215/00. Dep. Erika Kokay (PT-DF)
Erika Kokay queria a aprovação de texto que atribuía a competência exclusivamente à Anvisa

Segundo Amin, também em outros países há controles diferentes quanto a alimentos, drogas e remédios. “Droga sintética entra e sai do mercado com velocidade diferente daquela de substâncias derivadas de um elemento natural”, argumentou o relator. Para ele, o projeto não desautoriza a Anvisa porque ela ainda não tem vocação para cuidar do tema, a exemplo da que existe nos Estados Unidos (DEA).

Fonte: Agencia Câmara

Trabalhadores denunciam que o Prefeito de Peritoró não vem honrando compromissos com prestadores de serviços

Chegouno email do Blog do Bezerra, várias denúncias de que lá por Peritoró as coisas não vão muito bem, principalmente por conta da cidade não possuir grandes oportunidades de emprego, daí a população aproveita as chances que surgem para prestar serviços nos comércios e são poucos aqueles que ainda conseguem uma boquinha no serviço público da prefeitura. Mas a coisa não anda muito boa por lá neste último setor, é que a prefeitura vem atrasando e às vezes não cumprindo compromissos com pais de família que arriscam realizar serviços de capina, pintura além de outros. Contando que numa data certa do mês aquele dinheirinho suado possa cair na sua conta, mas infelizmente não é bem assim o que está acontecendo por lá.

Alguns trabalhadores autônomos vêm mandando informações a respeito de possíveis atrasos de pagamentos principalmente dos serviços terceirizados e isso é injusto. Se não há dotação orçamentária, por que se contrata os serviços de pessoas humildes que não conhecem nem seus direitos.

Acho bom o “padre” Josias – PP, prefeito de Peritoró começar a andar na linha e honrar seus compromissos com os prestadores de serviços, pois, estaremos aqui atentos aos desmandos da sua administração.

Vencedores do Prêmio Darcy Ribeiro de Educação serão agraciados na próxima terça (27)

A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados realiza na próxima terça-feira (27), às 16 horas, a entrega do Prêmio Darcy Ribeiro de Educação – Edição 2015. O prêmio contempla pessoas ou entidades com trabalhos ou ações de destaque na defesa e na promoção da educação no Brasil. O evento ocorrerá no Salão Nobre da Casa.

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A premiação consiste na concessão de diploma de menção honrosa e outorga de medalha com a efígie de Darcy Ribeiro a três pessoas físicas ou jurídicas, escolhidas pela Comissão de Educação, dentre os indicados por deputados ou senadores.

Os agraciados de 2015 serão Daniel Tojeira Cara; Débora Araújo Seabra de Moura e a Fundação Maria Cecília Souto Vidigal.

Daniel Tojeira Cara é coordenador-geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, desde 2006, e membro titular do Fórum Nacional de Educação desde 2010. Foi um dos grandes defensores dos 10% do PIB (Produto Interno Bruto) para a educação e se transformou no representante oficial da luta pela aprovação do PNE (Plano Nacional de Educação).

Débora Seabra é a primeira professora com síndrome de Down no País. Nos últimos anos, a natalense de 34 anos dedicou-se à educação infantil, à defesa da inclusão na escola regular de professores e à defesa de estudantes com deficiência nas instituições de ensino. A educadora lançou recentemente o livro “Débora conta Histórias”, um apanhado de fábulas infantis que contêm mensagem de apoio ao direito de ser diferente.

Com projetos sociais em municípios e regiões metropolitanas, a Fundação Maria Cecília Souto Vidigal foi criada em 1965, pela família Souto Vidigal. Desenvolve trabalhos em prol da primeira infância, com especial interesse na geração e na disseminação de conhecimentos para o desenvolvimento integral da criança.

Sobre Darcy Ribeiro

Educador, antropólogo, romancista e político, Darcy Ribeiro nasceu em 26 de outubro de 1922, em Montes Claros (MG).

Sua produção na área da educação e da cultura deixou marcas no Brasil: criou universidades, centros culturais e uma nova proposta educativa com os Centros Integrados de Educação Pública, os Cieps, além de deixar obras traduzidas para diversos idiomas.

Darcy Ribeiro faleceu em Brasília, em 17 de fevereiro de 1997. Ele é lembrado desde o ano 2000 na Câmara com a premiação que leva seu nome, em reconhecimento ao trabalho daqueles que se destacam na promoção da educação no País.

SERVIÇO

Entrega do Prêmio Darcy Ribeiro de Educação 2015

Data: terça-feira (27)

Horário: às 16 horas

Local: Salão Nobre da Câmara dos Deputados

Mais da metade dos autuados se recusa a fazer teste do bafômetro

Divulgação

Ao todo, 78 etilômetros estão sendo usados durante as operações

Mais de 580 pessoas já se recusaram a fazer o teste do bafômetro, de 17 de janeiro a 17 de outubro deste ano. No total, foram 10.682 pessoas abordadas e 813 autuadas por dirigirem embriagadas. Os números são dados oficiais computados pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MA). No total, o Departamento, em conjunto com outros órgãos, já realizou 100 blitze da Operação Lei Seca, que verifica o consumo de álcool dos condutores.
Em termos de infração administrativa, um total de 200 maranhenses foram autuados em flagrante e 33 casos foram autuados como crime. As incidências lavradas pelos Autos de Infrações de Trânsito (AIT’s) registram casos de infrações administrativas e crimes, que se diferem pela quantidade de álcool ingerida pelo condutor.
As administrativas são caracterizadas pelo consumo igual ou superior a 0,05 miligramas de álcool por litro de ar expelido pelos pulmões. Já a infração criminal é caracterizada pelo consumo igual ou superior a 0,34 miligramas de álcool. Notórios sinais de alteração da capacidade psicomotora (olhos vermelhos, odor de álcool no hálito, sonolência, exaltação, dificuldade de equilíbrio, etc) também são levados em consideração nas avaliações.
Operações
Em 100 operações realizadas neste ano, 20.417 veículos e pessoas foram abordados durante a Operação Lei Seca. Destas, foram 4.781 abordagens em carros, 4.954 em motocicletas e 10.682 em pessoas. De acordo com informações do Detran-MA, o estado possui 78 etilômetros em funcionamento.
O coordenador de Educação para o Trânsito, Edilson Fernando Cardoso Júnior, explicou que, dependendo das condições em localque as pessoas são autuadas, elas podem ser encaminhadas para a delegacia. “Aquelas que se submeterem ao teste do etilômetro e o resultado for superior à margem considerada por infração de trânsito, elas são conduzidas para delegacia e autuadas pelo crime de trânsito”, informou.
Edilson Cardoso destacou que as pessoas flagradas cometendo infrações administrativas sofrem um processo administrativo que pode durar em média 70 dias. “Aquelas que só configuram infração são autuadas normalmente, recolhido documento de habilitação, o veículo, se estiver em situação regular, permanece retido até que aquele condutor apresente um outro condutor habilitado que também se submeterá ao teste. Se não for apresentado um condutor com condições de conduzir o veículo, o automóvel será conduzido para o pátio do Detran”, disse.
Multa para quem for pego embriagado
Além de multa, no valor de R$ 1.915,40, quem for pego dirigindo embriagado pode perder o direito de dirigir. “Depois da lavratura do auto da infração, ele responderá o processo administrativo, sendo lhe dado o direito de defesa e, ao final, se for considerado culpado, ele será penalizado com a suspensão do direito de dirigir por 12 meses, mais a pontuação necessária”, declarou.
A recusa da realização do teste do bafômetro implica diretamente na confissão da culpa. “Se ela se recusar a fazer o teste do etilômetro e apresentar notórios sinais de embriaguez, ou seja, desequilíbrio, com fala desordenada, olhos avermelhados, odor de álcool, exaltação. Esses sinais já caracterizam o crime, mesmo que a pessoa se recuse”, explicou o coordenador.
Em São Luís foram realizadas 34 blitze da Lei Seca. São José de Ribamar foi o segundo município no qual foi mais realizada blitze, com 6 em até o mês de outubro. Morros, Imperatriz e Presidente Dutra realizaram quatro blitze.
O diretor do Detran-MA, Antônio Nunes, declarou que a meta é a de duplicar o número de fiscalizações em 2016. “Em 2016 queremos dobrar o número de operações de fiscalização da Lei Seca, em São Luís, e ampliar as ações educativas e de fiscalização nos municípios do interior, onde se concentra atualmente o maior volume de acidentes, principalmente nos fins de semana”, disse.
Fonte: oimparcial.com.br