Cresce a cada ano o número de crianças atendidas pela educação especial no Brasil

Celebrado em 21 de março, o Dia Internacional da Síndrome de Down busca conscientizar a sociedade sobre a importância do respeito e da inclusão. Hoje, a presença nos colégios regulares de alunos com síndrome de Down não só é uma realidade, como o número de crianças atendidas pela educação especial tem aumentado a cada ano. Os desafios persistem, mas, a cada ano, esse apelo ganha mais força nas escolas.

Em 1998, cerca de 200 mil crianças que necessitavam de educação especial estavam matriculadas nas classes comuns da educação básica. Em 2014, elas já eram quase 700 mil, distribuídas em 80% das mais de 145 mil escolas em todo o país. O número de alunos da educação especial ultrapassou a barreira de um milhão em 2017 e, em 2018, chegou a 1,18 milhões, registrando um crescimento de quase 11% em apenas um ano. A maior parte, pouco mais de 992 mil, estuda em escolas públicas do ensino regular.

Para a diretora de Educação Especial do MEC, Patrícia Neves Raposo, a celebração internacional é essencial para reafirmar a inclusão social. “Essas datas são importantes para lembrar dessas diversidades que existem na sociedade; diversidades que caracterizam a humanidade. Também para reforçar sobre o respeito que a sociedade precisa ter em relação a essa diversidade, evitando-se, assim, o preconceito e, em muitos casos, a ação mais grave, que é a discriminação de uma pessoa por condição ou característica que ela apresenta”, destaca.

De acordo com Patrícia, as escolas devem se preparar cada vez mais para atender aos alunos com síndrome de Down e reconhecer as competências e capacidades que eles têm. “É preciso, muitas vezes, flexibilizar as atividades curriculares, para que eles tenham as necessidades atendidas”. A diretora reforçou, ainda, a importância da participação dos pais na educação. “Os pais também precisam entender que a educação e a aprendizagem são direitos da criança. É importante que eles acreditem e participem da educação de seus filhos”, conclui.

Elza Marques, 63 anos, moradora de Recife (PE), acompanhou a filha Jéssica nos estudos desde pequena e lembra que a maior dificuldade surgiu de onde menos se esperava. “As dificuldades no início sempre existem. Pensei que encontraria isso nos professores, na escola, mas, no nosso caso, foram os outros pais”, lamenta. “Infelizmente, muitas pessoas não entendem sobre direitos iguais e inclusão e acreditam que alunos com síndrome de Down precisam ir para uma escola especial. Nunca deixei ela se envolver demais com as dificuldades e sempre estive ao lado dela”.

A pernambucana relata que se surpreendeu com o ensino público e mostra seu orgulho com a filha, hoje com 27 anos e prestes a concluir o ensino superior no Centro Universitário Maurício de Nassau (Uninassau). “Ela estudou tanto em colégio público quanto em particular, e a escola pública foi ótima para ela, muito melhor que a privada. Tudo transcorreu bem com a educação dela e hoje estou feliz por Jéssica estar concluindo a faculdade de Fotografia. Todos têm direito à educação, independente da condição”, comemora.

Rosyneide Soares é mãe de Luna e tem um canal no YouTube onde fala dos desafios e conquistas com a filha (Foto: Arquivo pessoal)Rosyneide Batista Soares, 32 anos, é mãe de Luna, de apenas 1 anos e meio. A moradora do Distrito Federal já se prepara para a educação da pequena e participa de grupos de mensagens, a fim de aprender mais com outros pais que também têm filhos com síndrome de Down. Ela, inclusive, abriu um canal no YouTube para transmitir a experiência. “Muitas vezes os pais se reúnem em grupos, pela internet, e acabam se ajudando e se informando”, diz. “Escuto muitos relatos de pessoas que tentam matricular seus filhos em escolas particulares e são barrados. Por outro lado, nunca ouvi dos pais qualquer dificuldade de fazer o mesmo na rede pública de ensino. A inclusão social em escolas públicas está de parabéns.”

A mãe de Luna acha louvável tudo o que já foi feito e conquistado em relação à inclusão social dos portadores de síndrome de Down, tanto na área pública quanto na privada, mas acredita que a luta deve continuar sempre. “É preciso um ajuste contínuo, fazer com que cada vez mais a causa seja vista por todos. Por isso, ter um dia internacional é importante. Tenho um canal no YouTube, o Rosy Ramos, onde falo dos desafios com a minha filha, das conquistas, da minha experiência e tudo aquilo que pode ajudar a outros pais a lidar com a síndrome de Down”, conclui.

Especialização – A rede pública de ensino atende a todos os alunos especiais, independe da condição, como explica a diretora Patrícia Neves Raposo. “O MEC não identifica ou classifica especificamente uma ou outra síndrome. O que acontece é que todos têm direito à educação. Então, aqueles estudantes que têm demandas educacionais que exigem no seu processo de escolarização serviços e recursos especializados, esses compõem o público apoiado pela educação especial”, explica. Segundo Patrícia, os próprios professores da escola, além de profissionais especializados, vão identificar quais necessidades são essas e organizar a escola de forma a atendê-las. “O sistema de ensino atende essas necessidades por meio de vários programas. Estudantes com deficiência, transtorno do espectro autista e altas habilidade/superdotação são atendidos por programas que visam, por exemplo, acessibilidade arquitetônica, aquisição de tecnologia assistiva, salas de recursos multifuncionais, entre outros”.

Diversos professores da rede pública são formados para a educação especial, tanto para atuar no atendimento educacional especializado, dirigido a esse público, quanto para auxiliar os professores da classe comum do ensino regular que recebem esses estudantes. “Cada um dos estudantes tem um processo escolar, tem a sua singularidade. Por isso, capacitamos os professores para que eles tenham uma prática apoiada em conhecimento teórico, para que os levem a um atendimento adequado. Assim, eles podem conhecer as potencialidades que esses estudantes têm”, ressalta Patrícia.

A diretora do MEC afirma que muitos professores se interessam pelo assunto e já fazem especializações para atender melhor aos alunos que necessitam de apoio da educação especial, antes mesmo de haver demanda. Patrícia explica que, se uma escola recebe um aluno com essas necessidades e não tem em seu quadro um docente com a especificação, são indicados professores para se capacitarem. “Cerca de 80% das escolas públicas têm, pelo menos, um aluno atendido pela educação especial. Essas instituições já têm profissionais capacitados na área. As especializações são feitas por meio de uma parceria do MEC com universidades, ou por meio dos estados e municípios, que também podem realizar formação de acordo com a demanda”, garante. “O MEC, por meio dos seus programas e ações, tem apoiado sistemas de ensino para garantir o acesso à participação e aprendizagem de todos os alunos”.

Assessoria de Comunicação Social

Iniciando o terceiro ano de gestão, prefeito Nagib ainda não decolou como gestor referência para o estado

Muito se especulou a respeito de uma gestão municipal que pudesse elevar o nome da cidade de Codó para o estado do Maranhão. Algo que pudesse encantar outros municípios e também projetasse o nome do atual prefeito Francisco Nagib para além das fronteiras. Foi o que se pensou.

Depois de dois anos para arrumar a casa, sob alegação de crise em todos os municípios, Nagib não conseguiu se quer oferecer dignidade aos que procuram um posto de saúde ou até mesmo o Hospital Geral Municipal.

Ainda em campanha eleitoral, Francisco Nagib prometeu acabar com as longas filas para marcação de exames e consultas, esse era o desejo, mas a realidade ainda é a mesma que se arrasta ao longo dos últimos 10 anos em Codó.

No campo educacional, o município amarga uma estagnação nos índices que medem a qualidade do ensino no município, muitas escolas com estruturas comprometedoras, pondo em risco a integridade física de professores e alunos. Foi prometido ainda que as escolas de taipa seriam extintas da Zona Rural, mas poucas foram substituídas, pois a maioria foram fechadas e alunos remanejados para povoados mais próximos dos seus.

Ainda na Educação, nem mesmo os programas do Governo Federal estão sendo ofertados, pois há um número de escolas considerável com pendências administrativas, principalmente no tocante à parte financeira. Um exemplo disso é o Programa Segundo Tempo, que atendia quase todas as escolas da sede, mas hoje a realidade é de tristeza, pois antes os alunos praticavam atividades esportivas no contra turno, mas hoje somente a ociosidade e a vulnerabilidade à prostituição e às drogas, já que o prefeito prometeu transformar a Educação  municipal em tempo Integral, mas essa foi mais promessa não cumprida.

Sem uma fiscalização do Poder Legislativo, pois a maioria dos vereadores de Codó não têm se quer respaldo moral para barrar ou cobrar do Executivo uma postura mais plausível com a população codoense, Nagib vai levando seu governo no Banho Maria, onde tentará no último ano de gestão apostar todas as fichas para conquistar em cima da hora a confiança do eleitorado e tentar a reeleição. Apesar de dizer que enxugou a máquina demitindo vários servidores contratados, Nagib não consegue dar uma cara própria à sua gestão, pois as poucas ações que encontramos na cidade, são oriundas dos governos estadual e federal.

Enquanto isso, teremos que aguardar novos ares para a cidade, ao tempo que devemos torcer para uma mudança radical na gestão municipal para a melhoria das condições de vida da população codoense.

Operação conjunta da Polícia Civil prende suspeito de tráfico de drogas em Imperatriz

A Polícia Civil do Maranhão, através da Delegacia de Repressão ao Narcotráfico de Imperatriz/MA (Senarc/ITZ), em Operação conjunta com a 10ª Delegacia Regional de Imperatriz/MA (10ª DRI), prenderam na terça-feira (19) por volta das 16h30, Pedro Henrique de Sá Nascimento, pelo crime de tráfico de drogas.

Na ocasião foi apreendido no interior de sua residência 18 (dezoito) porções de crack, aproximadamente 330g (trezentos e trinta gramas) de cocaína e 01 (uma) balança de precisão; Devido a informações oferecidas através do Disk Denúncia da Senarc/ITZ, bem como a investigações relativas a fornecedores de drogas na região do bairro Conjunto Vitória, na cidade de Imperatriz/MA, chegou-se a residência de Pedro Henrique, local onde eram comercializados entorpecentes.

A Delegacia de Repressão ao Narcotráfico de Imperatriz/MA, reitera o pedido a sociedade no sentido de que colabore com informações relativas a pontos de vendas de drogas, podendo tais denúncias serem realizadas através do WhatsApp Denúncias da Senarc/ITZ – (99)-99156-4783.

ASSCOM – PC MA

Advogado de Codó, Yuri Corrêa é empossado como Membro do Conselho Federal da OAB em Brasília

Na manhã desta segunda (18/03), o advogado Yuri Brito Corrêa, que nasceu em Belém-PA, mas que veio ainda novo para o Maranhão, chegando em Codó em 1982.  Yuri Corrêa é filho de codoense e foi nomeado membro Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil. A solenidade aconteceu na Sede do Conselho Federal da OAB em Brasília.

Para os codoenses a escolha do advogado Yuri Corrêa é motivo de grande satisfação, ter um advogado que cresceu na cidade, ocupando uma função tão importante como a atribuída a ele pelo presidente  Nacional da OAB,  Felipe Santa Cruz,  passando ao advogado de Codó a  função de  membro da Comissão de  Combate da Corrupção e impunidade do Conselho Federal,  uma das mais importantes do Conselho.

É a primeira vez que um advogado de Codó ocupa o cargo no Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil.

“Sou apenas um advogado codoense… filho de codoense e com o sonho de fazer algo por nosso país, nosso estado e em.especial nossa Codó. Tenho a grata satisfação e o orgulho em ser o primeiro advogado codoense a ocupar tão importante cargo no Conselho Federal da OAB” , declarou o advogado logo após a sua posse.

O blog do Bezerra, tem a felicidade de publicar em primeira mão a matéria em reconhecimento desse grande feito, ao nosso amigo, advogado Yure Corrêa.

Decisão histórica condenou propaganda de alimentos dirigida ao público infantil

“Apelamos às nações que regulamentem a publicidade dirigida às crianças, de acordo com o dever dos Estados de proteger os menores de danos. Tais campanhas comerciais têm o potencial de moldar o comportamento de consumo e financeiro das crianças a longo prazo e elas estão crescendo em número e alcance”, pediram especialistas da ONU em 2016, em texto publicado por ocasião do Dia Internacional da Juventude.

No início do mesmo ano, a Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), em julgamento histórico, criou o primeiro precedente que considerou abusiva a publicidade de alimentos dirigida direta ou indiretamente ao público infantil. Em seu voto, o ministro relator do caso, Humberto Martins, destacou a existência de ilegalidade em campanhas publicitárias de fundo comercial que “utilizem ou manipulem o universo lúdico infantil”.

“A compra e o consumo de gêneros alimentícios, sobretudo em época de crise de obesidade, deve residir com os pais”, afirmou o magistrado.

Assim como o relator, o ministro Herman Benjamin, especialista em direito do consumidor, destacou a titularidade da família sobre a decisão a respeito daquilo que deve ser consumido pelas crianças.

“Decisão sobre alimento, como medicamento, não é para ser tomada pelos fornecedores. Eles podem oferecer os produtos, mas sem retirar a autonomia dos pais, e mais do que tudo, não dirigir esses anúncios às crianças e, pela porta dos fundos, de novo tolherem essa autonomia dos pais”, afirmou o ministro.

O olhar dos pais

Rebeca Evangelista, moradora de Águas Claras (DF), é uma das mães brasileiras que enfrentam diariamente o desafio de educar os filhos sem, contudo, excluí-los por completo do acesso aos meios de informação. Para ela, é necessário ter equilíbrio; é importante que a família, a sociedade e o Estado cuidem do que as crianças veem na TV e nas mídias sociais, pois esse conteúdo pode interferir no comportamento e na autoestima dos pequenos.

“A criança ainda está estruturando sua personalidade. Quem eu sou? Do que eu gosto? Do que eu não gosto? Nesse momento há uma busca pela aceitação, a criança quer ser aceita pelos amigos, e também tem a questão da autoestima. Então, se a propaganda fala que algo é legal, que todo mundo está consumindo, que todo mundo está usando, e a criança não tem aquilo, já é uma forma dela se sentir inferior, complexada, excluída.”

Rebeca – mãe de João, de dois anos, e madrasta de Lucas, de 12 – destacou ainda o fato de que a rotina intensa de trabalho dos pais contribui para que a educação das crianças fique cada vez mais “terceirizada” e a TV e as mídias ganhem espaço no imaginário infantil.

“É impossível nos dias de hoje deixar uma criança longe da televisão e das redes sociais. O interessante é sempre conversar, saber da vida do filho, para ajudar nesse processo de amadurecimento e formação de senso crítico.”

Obesidade

A decisão do STJ representou uma importante etapa no desafio enfrentado pela sociedade brasileira no combate à obesidade infantil, além de proteger as crianças de práticas publicitárias abusivas que conduzem à cultura do consumo, presente em todo o mundo e fomentada pelo uso excessivo e indevido dos meios de comunicação – principalmente a TV e a internet.

Um estudo realizado em junho de 2018 pela revista Crescer aponta que 38% das crianças com menos de dois anos já têm um aparelho digital. A pesquisa TIC Kids On-line Brasil 2017, divulgada também em 2018 pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), revela que cerca de oito em cada dez crianças e adolescentes (85%) com idades entre 9 e 17 anos eram usuários de internet em 2017 – o que corresponde a 24,7 milhões de jovens nessa faixa etária em todo o país.

Venda casada

O processo chegou ao STJ após a empresa Pandurata Alimentos, dona da marca Bauducco, recorrer de decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) que julgou procedente Ação Civil Pública (ACP) do Ministério Público de São Paulo (MPSP) e considerou como venda casada a campanha “É Hora de Shrek”.

Na promoção, a Bauducco condicionava a aquisição de um relógio de pulso com a imagem do ogro Shrek e de outros personagens do desenho à apresentação de cinco embalagens dos produtos “Gulosos”, além do pagamento adicional de R$ 5,00.

A ACP teve origem em atuação do Instituto Alana, que alegou abuso da campanha e intenção de venda casada.

“A propaganda que se dirige a uma criança de cinco anos, que condiciona a venda do relógio à compra de biscoitos, não é abusiva? O mundo caminha para a frente. O Tribunal da Cidadania deve mandar um recado em alto e bom som: que as crianças serão, sim, protegidas”, sustentou a advogada do instituto no julgamento do caso.

Decisão correta

Rebeca Evangelista concorda com a decisão do STJ, pois, segundo disse, ela traz segurança para os pais e principalmente para as crianças, que não conseguem se defender das armadilhas desse tipo de publicidade.

“Eu, como mãe, acho muito correta a decisão do STJ. As crianças são mais importantes do que qualquer coisa, precisam ter seus diretos defendidos pelo Estado e por todos, e as empresas precisam ter responsabilidade ao divulgar seus produtos. Afinal, elas estão passando informações para alguém que ainda não tem capacidade de escolha. ”

A turma

A decisão da Segunda Turma foi unânime. Faziam parte do colegiado à época os ministros Assusete Magalhães (presidente), Humberto Martins (relator), Mauro Campbell Marques, Herman Benjamin e Diva Malerbi (desembargadora convocada do TRF3).

Ditador “Amovelar” consegue transferência de Policial Militar que agiu no estrito cumprimento da Lei


É lamentável que, em pleno século XXI, ainda tenhamos que vivenciar a triste situação em que políticos inescrupulosos e sem idoneidade moral exerçam interferência na vida de profissionais da mais alta qualidade e que por força de interesses politiqueiros mostram força diante do Estado para neutralizar a ação daqueles que desempenham suas funções públicas em conformidade com a Lei.
Defender a população dos criminosos seja uma das mais nobres das profissões, como é o caso dos policiais, tanto Civis, Militares e Federais. Não há nada tão edificante para esses profissionais que trabalham de forma a colocar suas próprias vidas em risco em prol de uma causa, proteger o bem mas precioso da sociedade, que é a vida.
Em Coroatá, cidade com menos de 100mil habitantes tem a tradição de seus políticos exercerem a punhos de ferro o controle do pensamento, da ação, e da liberdade. Quando me refiro desta última, falo daqueles que atuam de forma exemplar e digna, que não vendem a alma por votos ou por qualquer interesses que firam a honra e a dignidade da população.
Tradicionalmente em Coroatá, os prefeitos que por lá passam se acham que são a autoridade máxima da cidade, acham que estão superiores ao Legislativo, Judiciário e Ministério Público. Inclusive alguns promotores e juízes já sentiram na pele o sabor de uma transferência após desagradar interesses dos políticos. Isso é lamentável.
Atualmente a política de Coroatá passou por um desses dissabores, um soldado do mais alto gabarito foi transferido após tentar fazer cumprir a Lei. Mas o prefeito de Coroatá, que de prefeito nem perfil tem, pediu a transferência do policial ao governo do estado. Mesmo tendo o profissional agido de acordo com os padrões técnicos e operacionais aprendidos durante a militar. Mas por se tratar de uma ocorrência onde estava o prefeito da cidade e um grupinho de alcoólatras de protegidos, a ocorrência ganhou dimensão. Luis Amovelar Filho acha que é o representante do Estado na cidade, subestimando os legalmente constituídos.
Na verdade a população de Coroatá sabe do perfil de prefeito que tem: de turista, fanfarrão, desrespeitador das autoridades constituídas e por aí vai. Foi assim que começou a derrocada do ex prefeito daquela cidade, Ricardo Murad que age de forma dura àqueles que ousa contrariá-lo. E todos sabem qual foi a resposta que a população deu nele por duas vezes seguidas nas urnas.
Há boatos rolando na cidade que, o próximo será o comandante do 24° BPM, que saiu na proteção do seu soldado e não concordou com a atitude ditadora do Luis Amovelar.

Banda podre da política codoense censurou notícia de prisão de homem com pistola 380

É estarrecedor a forma como se trata a boa notícia em Codó. Infelizmente, alguns profissionais da comunicação ainda não se deram conta da importância que eles têm para a sociedade.

Alimentar um sistema através do jogo de interesses, não nos leva a lugar algum.

A imprensa precisa ser emancipada, a censura de fatos que tenham cunho criminoso precisam ser tornado público, mas em Codó se instalou um clima, onde os profissionais de imprensa não têm mais liberdade de expressão.

Algo que contrarie os interesses da classe política deve ser omitido, deve ser censurado, como foi a ocorrência policial que culminou com a prisão de: Alexandro Alves da Silva, 40 anos, que durante a abordagem pessoal foi encontrado de posse do mesmo: Uma arma de fogo Tipo Pistola cal 380, com nove munições intactas.

Para um imparcial comunicador, o fato ganharia notoriedade, principalmente pelo fato do calibre e tipo de arma tirada de circulação, haja visto que quase que diariamente a mídia local noticia jovens que são presos com armas brancas e de fogo de fabricação caseira.

Mas que com a prisão de Alexandro, não se deu a devida atenção. Isso nos induz a acreditar que a imprensa ainda sofre pressão para filtrar fatos que possam interferir na vida das pessoas com poder aquisitivo mais elevado.

Poucas horas depois de ter sido preso, o conduzido foi posto em liberdade após pagar fiança. Algo que não acontece com muitos criminosos “ditos baixa renda”, que por serem em sua maioria negros, pobres e sem apadrinhamentos.

No presídio estamos com muitos filhos de Marias e Josés, que por não terem condições de constituírem bons advogados são presos e passam dias e dias até serem postos em liberdade, mas que a qualquer momento voltam às barbas da justiça para serem julgados.

Nem mesmo um famoso repórter policial ficou de fora da censura do grupo político dominante, já que foi proibido de noticiar o fato na maior emissora de rádio da Região dos Cocais e no programa tido como de maior audiência.

Este não foi o primeiro fato que os comunicadores foram proibidos de noticiar. Ainda na campanha eleitoral passada, onde havia um candidato de Codó na disputa por uma vaga a deputado estadual. Durante uma caminhada, um jovem foi assassinado na concentração e para não manchar a imagem do então candidato, repórteres, blogueiros e demais comunicadores que acompanhavam o candidato, foram proibidos de dimensionar nas redes sociais o ocorrido, tudo para não prejudicar a imagem do então candidato.

Infelizmente só me resta questionar: “Até quando vamos ficar reféns a acovardados por um grupo tão opressor como o atual?”

Fica a reflexão!

Fonte: Blog do Bezerra

Desrespeito, baixaria e repertório digno de um ser altamente ignorante em noite no “Altas Horas” em Codó

Imagem extraída das Redes Sociais de Marcelo do Paredão

O vídeo acima foi extraído do Canal do Blog do Marco Silva

Na noite do último sábado (09/03) a partir das 22h, moradores e pessoas que trafegavam na Avenida Augusto Teixeira, presenciaram uma das cenas que mostra o verdadeiro descaso e desrespeito com o cidadão codoense. Uma baixaria total, com um repertório que mostrava o perfil do proprietário de um paredão de som automotivo, tudo com o consentimento do proprietário do estabelecimento.

Conhecido como Marcelo do Paredão, que já tem o perfil de um jovem problemático no que tange ao respeito às autoridades constituídas, não respeitando as Leis de Trânsito e seus agentes fiscalizadores e muito menos a população codoense, na medida em que utiliza em seus paredões, repertório em que faz apologia à depravação sexual, ao crime e ao desrespeito ao próximo.

As músicas tocadas naquele local já dizia que tipo de gente estava por lá, verdadeiros apreciadores agressores da moral, dos bons costumes e da boçalidade.

O incômodo chegava a perturbar as pessoas num raio de 500 metros no mínimo, onde os prejudicados acionaram o serviço de emergência da Polícia Militar. Com a chegada dos policiais, o proprietário apresentou uma Licença expedida pela Polícia Civil, autorizando a realização do evento até 01h da madrugada.

Como não há fiscalização do nível de poluição sonora, através da Secretaria  Estadual e nem Municipal de Meio Ambiente, a população fica refém do abuso praticado por pessoas que insistem a transgredir a lei.

Vale lembrar que o local (Altas Horas) já foi denunciado por poluição sonora, já que há algumas residências nas imediações, de acordo com alguns moradores, o responsável pelo Bar, já foi notificado para assinar um Termo de Ajustamento de Conduta -TAC, mas que até o momento não havia comparecido a nenhuma das solicitações.

Outro fator agravante é que o local não é considerado Clube de Festas, onde durante os eventos externos, qualquer batucada incomoda a vizinhança. Mas o proprietário parece não estar preocupado com o abuso.

Já o senhor Marcelo do Paredão, ignorante na essência, ainda debocha nas redes sociais, das pessoas que são contrárias ao desrespeito, se mostrando uma pessoa alheia à Ordem Pública, mesmo sendo de uma família, cujos pais são exemplos de trabalho, mas o filho faz questão de ficar arredio do respeito ao próximo.

15ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas – OBMEP está na última semana para inscrições

Esta é a última semana de inscrições para a 15ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) de 2019. As escolas devem fazer o cadastro mediante o preenchimento da ficha de inscrição, até as 23h59 da sexta-feira, 15 de março.

  Faça a inscrição da escola aqui  

Podem participar escolas municipais, estaduais, federais e particulares, que atuem nos segmentos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental e todo o Ensino Médio. Para as escolas públicas as inscrições são gratuitas. Já as escolas privadas deverão pagar uma taxa de R$4,00 por aluno.

A recomendação da coordenação da olimpíada é que as escolas evitem fazer a inscrição na última hora, uma vez que é necessário preencher a ficha de inscrição com informações detalhadas, relacionadas à documentação da escola, quantidade de alunos por cada nível de participação, indicação de estudantes com necessidades especiais, etc.

A OBMEP tem registrado um volume similar de inscrições ao de 2018, o que comprova a expectativa inicial de manter o volume de inscritos do ano passado, em que foram registrados mais de 18 milhões de estudantes, oriundos de praticamente todos os municípios brasileiros.

Cronograma 2019

16 a 25 de março: Emissão e pagamento dos boletos (somente para escolas privadas).

1ª Fase: 21 de maio. A prova estará composta por 20 questões de múltipla escolha.

2ª Fase: 28 de setembro. Prova discursiva de seis questões (aplicada apenas aos alunos classificados).

Divulgação dos premiados: 03 de dezembro.

Os alunos com melhor desempenho na competição serão premiados com medalhas de ouro, prata, bronze ou certificados de menção honrosa. Todos os medalhistas serão convidados a participar do Programa de Iniciação Científica Jr. (PIC). Os professores das escolas também recebem prêmios.

Criada em 2005, a OBMEP objetiva descobrir jovens talentos para a Matemática, além de contribuir para estimular o estudo da disciplina e promover a inclusão social pela difusão do conhecimento.

Governo aplicará 1º ‘Simuladão Mais Ideb’ e Avaliação de Nivelamento e para estudantes da rede pública

A Secretaria de Estado da Educação (Seduc) realizará nos dias 14 e 20 de março o 1º ‘Simuladão Mais IDEB’ e as avaliações de Nivelamento para estudantes da rede pública. As ações visam fortalecer a articulação entre a prática avaliativa dos professores e as avaliações externas e diagnosticar o desenvolvimento de habilidades de leitura, interpretação textual e resolução de problemas em Língua Portuguesa e Matemática, propostas pelas Matrizes de Referência do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb).

Essas avaliações integram o Plano Mais IDEB, que desde 2017 vem executando uma série de ações com o objetivo de melhorar a qualidade do ensino na rede pública estadual. Nesse ano, o plano vem com uma novidade: o público alvo foi extendido e as avaliações serão aplicadas para estudantes matriculados no 5º e 9º anos do Ensino Fundamental e de 1ª, 2ª e 3ª séries do Ensino Médio, da rede pública estadual.

O ‘Simuladão Mais IDEB’ e as avaliações de nivelamento têm o propósito de diagnosticar a desenvolvimento de habilidades de leitura, interpretação textual e resolução de problemas em Língua Portuguesa e Matemática.

Aproximadamente, 280 mil estudantes participarão dessas avaliações, que contarão com provas impressas em fonte regular e provas ampliadas e em braile, para garantir participação de todos os estudantes matriculados nas séries avaliadas.

A exemplo das avaliações de 2018, este ano também contaremos com a expertise da parceria da Mira Educação, que disponibilizará seus recursos, incluindo o aplicativo Mira Aula, para correção e elaboração de boletins que servirão de subsídios para a Secretaria, Unidades Regionais de Educação, equipes de gestão escolar e professores analisarem resultados e, se for o caso, proporem as devidas intervenções pedagógicas, visando o pleno desenvolvimento das habilidades avaliadas.

Fonte: Seduc