Governo do Estado lançará Edital para contratar professores, mas não realiza Concurso Público

É inegável que a Educação do Estado e de muitas cidades do Maranhão está em fase decadente. O que o pobre e sem perspectiva precisa é de zelo e de um mínimo de responsabilidade de seus governantes. A falsa ideia de que a estrutura educacional está bombando só nos dá prejuízos.

Uma nação cujos governantes não oferece um Ensino de Qualidade, o fracasso é certo e no Maranhão a coisa tá feia há mais de 50 anos. Entra governo e sai governo e coisa continua indo para o ostracismo. Muito se pregava do atraso da família Sarney para o povo sofrido do Maranhão, mas a esperança se renovou ao darmos um voto de confiança ao homem que carrega o título de ter desbancado uma oligarquia, ledo engano.

A política é a mesma, muita propaganda e pouca ação efetiva. Em Codó, a educação municipal é uma das piores da região, escolas sem condições dignas, sem um projeto sólido e ousado para tirar a região da posição mais vergonhosa, temos o pior Índice de Desenvolvimento Humano – IDH, mas os governantes fazeM gastos milionários com publicidade.

As escolas estaduais de Codó ainda não possuem um quadro efetivo de professores, faltam profissionais e GESTORES REGIONAIS fazem vista grossa, mesmo havendo a vacância que se arrasta por vários anos, ao invés de realizar Concurso Público, o governo prefere utilizar de uma manobra para apenas contratar professores por tempo certo.

Foi preciso haver mobilização social, para que os gestores da educação pudessem tentar tapar o sol com a peneira pois, recentemente foi realizado um Processo Seletivo para contratação de professes, mas Codó não foi contemplado com nenhuma vaga, como se aqui tudo estivesse dentro da normalidade.

Na escola CEJA Lúcia Bayma, falta professor de Língua Espanhola no turno vespertino, não vamos nem estender a problemática para outras escolas, o que estamos vendo é o esvaziamento das escolas antes do horário, enquanto isso não teremos uma solução a curto prazo, pois daqui a dois ou três anos estaremos de novo com carência de professores.

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