Alunos de escola pública municipal visitam áreas com focos de poluição durante cheias do Rio Itapecuru em Codó

Alunos de uma escola pública municipal de Codó realizaram durante a semana passada uma visita em áreas afetadas pelas cheias do Rio Itapecuru, a iniciativa faz parte de uma série de atividades práticas da disciplina de Ciências que teve como idealizadora a professora Yara, que tomou a iniciativa de aproximar a transposição dos conhecimentos teóricos às situações práticas vivenciadas pelos próprios alunos.

Durante a atividade, os alunos puderam constatar a falta de respeito dos próprios moradores que poluem o meio ambiente, principalmente nos locais que servem de escoamento de água, principalmente o entorno da Lagoa da Trizidela, no final da Rua Marcos Rocha, onde foram encontrados vários objetos no córrego que passa por baixo da ponte, tais como colchão, televisão, várias sacolas entre outros materiais nocivos ao meio ambiente.

A maior surpresa dos alunos, foi no momento da visita das margens do Rio Itapecuru, no bairro Santo Antônio, onde todos encontraram um foco de esgoto que é jogado  no leito do Rio Itapecuru sem nenhum tratamento, daí tomaram conhecimento que aquela água contaminada abastece metade da capital do estado, São Luis e que infelizmente, tomaram conhecimento que a cidade de  Codó não possui uma Central de Tratamento de Esgotos.

Vale ressaltar que a atividade era de cunho educativo e de sensibilização da importância da preservação ao Meio Ambiente, mas que o próprio homem destrói um bem tão precioso, que é o espaço onde vive, contribuindo e interferindo na vida de outras pessoas.

 

A cidade de Codó se prepara para mais um aniversário de emancipação política sem muitos motivos para comemorar

Na próxima semana a cidade de Codó estará comemorando mais um ano de emancipação política, serão 123 anos de muita história e importância para o estado do Maranhão. Atualmente, os índices de Desenvolvimento Humano, não são os mais favoráveis a cidade ainda encontra-se estagnada, social, educacional, política e culturalmente falando.

O dinheiro continua a circular nas mãos de poucos, para o pobre restam em sua maioria a sobrevivência de benefícios federais e a informalidade, falta emprego, política de geração de renda e além disso tudo, temos que conviver com o caos das instituições públicas. Falta Justiça, falta Fiscalização, falta Punição aos que ousam a desobedecer a Ordem Pública.

Para os que ainda têm o que comer diariamente, tem seu emprego público estável, levante as mãos para o céu e agradeça, pois a crise está apenas começando e sem perspectivas de melhoras. A eleição de um prefeito rico, levou a maioria da massa de manobra a acreditar que as licitações suspeitas e os gastos com o dinheiro público seria mais racional, mas o que se vê é justamente o contrário.

Para os padrões da cidade dos tempos áureos da cultura algodoeira, da cidade destaque na produção do arroz e milho, tínhamos tudo para termos uma cidade referência na região. Mas a má utilização do dinheiro público levou ao que estamos vivendo hoje. Tradicionalmente, Codó passa pela alternância de poder nas mãos das famílias mais influentes em suas épocas.

Archer, Figueiredo, Inácio, Araújos, Oliveiras, Rolim, só aí se vão quase trinta anos de gestões, poucos destes saíram com os mesmos patrimônios iguais ou menores de quando governaram a cidade de Codó. Sem contar com os que ainda exerceram funções comissionadas nos governos estaduais e federais, mas que pouco contribuíram com nossa terra, com nosso povo.

É difícil até achar que alguém das camadas sociais inferiores possa chegar ao comando da cidade, haja visto que as grandes famílias até se unem para continuar manipulando a mente do povo, que anda muito vulnerável aos sacos de cimento, carrada de barro e até cachaça.

 

Uma Gestão que olha a cidade pelo retrovisor

Por Jacinto Júnior – O slogan “Mais avanço, mais conquistas”, trás embutido o sentido oculto da verdadeira finalidade dessa gestão: retroceder e engessar o desenvolvimento socioeconômico local. (Além disso, a ideia disseminada como principal símbolo dessa gestão é o desenvolvimentismo, ancorado no espectro da estética, isto é, prioriza o superficial em detrimento do essencial). Contudo, é visível a incapacidade dessa gestão encontrar alternativas para debelar a crise local que afeta diretamente o conjunto da sociedade civil organizada (e seus distintos segmentos). Há, claramente, uma pauperização, uma miséria que abunda e uma marginalidade econômica como consequência dessa incompetência administrativa. O nicho que é colocado para a sociedade civil como necessidade primaz é a valorização do ambiente social sob a égide da estética – porém, o elemento mais expressivo para o povo no momento atual, é a geração de renda e emprego, coisa que a gestão atual não tem se preocupado com prioridade absoluta.

O planejamento estratégico – se é que existe – ainda não se apresentou e muito menos se consolidou na perspectiva do tão propalado desenvolvimentismo social – revela apenas o artífice do fantasmagórico modelo fiscal sustentado nos balancetes contábeis.

Basta um olhar sereno em volta de nossa cidade para percebermos o desmonte estrutural que vem sofrendo nos dois últimos anos. Questões vitais como: infraestrutura, saúde, emprego e renda e etc., deixaram de ser parte constituinte de um modelo singular para tornarem-se parte descartável e desnecessária à sociedade civil organizada – isto é, secundarizadas.

O conceito de nivelamento social – de melhoria para todos – opera com a máxima: “tudo para a minoria e nada para a maioria”. A evidência dessa estratégia concorre para a inércia de obras fundamentais na direção do tão desejado desenvolvimentismo social.

Vejamos como essa realidade inconteste se manifesta:

  • A infraestrutura completamente abandonada – são ruas destruídas, ruas ainda sem nenhuma benfeitoria (nuas completamente), pontes danificadas e/ou queimadas pela comunidade desgostosa com a gestão por não resolver esse antigo problema;
  • Praças inteiramente abandonadas – exemplo: a famosa praça da “Maconha” no bairro São Francisco, situada à Rua Vasconcelos Torres, além de um pedaço desta mesma rua por terminar – falta asfaltar, no fundo da Escola Renê Bayma;
  • Quadras poliesportivas deterioradas carecendo de reformas – por exemplo: a da Comunidade Codó Novo, situada à rua Padre Cícero, de lado à Escola Rosalina Zaidan, a quadrado COHAB – Vereda;
  • A infraestrutura do COHAB – Conjunto Habitacional – alcunhado de ‘Vereda Tropical’, está praticamente intransitável – as condições de acesso e mobilidade tornara-se um pesadelo para os respectivos moradores – é um dos mais antigos da cidade;
  • A Praça da Linha Ferroviária (construída na gestão do ex-prefeito Biné Figueiredo) precisa com urgência de uma ampla reforma. Uma sugestão: que a passarela ali existente seja remanejada para o centro comercial para quando houver a ‘parada do trem’ não gere transtorno ao transeunte e não pare a cidade por um período de tempo indeterminado.

Enumerei alguns exemplos objetivando que a gestão possa de fato, reavaliar sua planilha e enquadrar os apontamentos como sendo prioritários e, desse modo, reestruturar a estética da cidade com propósito e não meramente fantasiar o conceito de desenvolvimentismo com a omissão depreciativa.

A nossa cidade está completamente destruída, como resultado da inoperância da gestão “Mais avanço, mais conquistas”. A base social pressente que o ano vindouro não será o cursor – detonador – de uma grande revolução nem “por baixo” e nem “por cima”, como a gestão propõe. Ela só ocorre tal qual fenômeno de forma midiática. Aí sim, há um fundo de verdade nisso! Nunca presenciamos paixão intensa pela mídia como a atual gestão. Nela – rede social – é possível descrever o slogan fatídico como benfeitor e realizador de obras sociais comparáveis ao imaginário decrépito e surreal apresentado por essa gestão de cunho ultraliberal sem nunca atingir o objetivo proposto.

Escandalosamente, a feitura da gestão ultraliberal carrega o adendo da autoridade inflexível – autoritarismo despótico. Isso contribui para a perda significativa do termo autoridade na sua mais pura essência – natureza e naturalidade. O seu endurecimento político-social comprime a relação mais estreita não apenas com a sociedade civil, bem como os diversos atores sociais na perspectiva de um modelo de açambarcamento completo da democracia, da participação,da transparência e do desenvolvimentismo ampliado. É perceptível a natureza dessa concepção ultraliberalista: tudo para si e nada para a massa popular.

A negação de políticas público-sociais aos cidadãos(ãs)  tende a produzir um cenário político antagônico (nebuloso e incerto) cujos reflexos atingirão profundamente o gestor causando-lhe prejuízos irreparáveis para sua reeleição em 2020. Essa conjuntura política – de cunho excludente, sedutora e ilusória – expressa nitidamente a natureza equivocada de um modelo chauvinista que não olha para o porvir com a senha da restauração para, definitivamente, recompor a lógica anterior numa avançada perspectiva democrática e absolutamente transparente – isto é, a recomposição da fórmula média de desenvolvimento para a média do desenvolvimentismo ampliado sintetizando o alvoroçado discurso ultraliberal. A lógica dessa gestão é um processo análogo ao da ideia da meritocracia, porém, os resultados são meramente ilações. Temos experiências suficientes para demonstrar que esse procedimento não é autossuficiente para atender as demandas do serviço público com a qualidade exequível.

Nossa cidade – repito, de maneira efusiva – padece de um eterno e sombrio modo cultural em estabelecer governos antidemocrático e autoritário – governos esses representando o setor da elite dominante. É como se os cidadãos(ãs) convivessem num estágio hibernal sem notar a passagem do tempo bem como sua transformação e, assim, imaginam que as coisas são naturalmente dessa forma e não podem sofrer nenhum tipo de reveses. A permanência da cultura conservadora e a moral burguesa – ambas confinadas na ideia formalista – induzem o indivíduo comum a incorporar ideologicamente sua lógica sedutora do ‘bem’ e do ‘bom’ como elementos instintivos para garantir sua existência enquanto classe dominante para dominar perenemente o aparelho de estado, aparelhando-o. E, assim, age a atual gestão. Sim, lamentavelmente, o conservadorismo constitui o eixo fundamental da gestão “Mais avanço, mais conquistas”. Seu cético olhar para o retrovisor da história retrata o modo especifico de governar sob a óptica do desmantelamento das políticas públicas estruturantes.

Impopularidade de Francisco Nagib poderá trazer o “Plano B” para grupo não perder o Poder

Em pleno início de terceiro ano de seu mandato, o prefeito de Codó, Francisco Nagib – PDT, amarga uma das maiores rejeições da história. Durante os últimos vinte anos, nem mesmo o ex prefeito Biné Figueiredo, que até então em sua época amargava uma impopularidade governamental por falta de apoio do governo estadual, não estava tão ruim na foto como o atual prefeito.

Até mesmo o ex prefeito Zito Rolim, quando teve sua popularidade arranhada por falta de obras estaduais e federais em Codó,não se tornou tão criticado como Nagib está agora.

Isso é fruto de uma estratégia política para transformar Codó em um canteiro de obras nas vésperas das eleições, na tentativa de reconquistar a confiança dos eleitores insatisfeitos no momento.

Inicialmente, Francisco Nagib declarou que só governaria a cidade por quatro anos, porém o tempo passou e o pensamento do prefeito mudou, mas com a impopularidade do momento, o próprio grupo ao qual Nagib faz parte já especula a possibilidade de uma mudança de rumo na pretensões políticas.

Um dos caminhos será a troca de nome do futuro candidato. Aí vem o primeiro entrave. Existe uma pequena e real possibilidade da primeira dama vir a ser candidata apoiada pelo grupo, porém a aceitação dela ainda não foi mensurada nas redes sociais ou em pesquisas, o bom desse cenário é que, em caso de vitória nas urnas o Poder permaneceria nas mãos dos “Oliveiras”.

Outra via, seria a candidatura do deputado em exercício  Zito Rolim, esse tem aceitação popular, mesmo que manchada mas é um nome forte, porém não é confiável, já que em outros tempos, eleito com o apoio dos “Oliveiras”, Zito acabou rompendo com o grupo que o elegeu e passou a caminhar com as próprias pernas, mas o destino cruel uniu todos novamente. Agora resta a pergunta: “Será que o atual prefeito vai ter peito e pulso para encarar uma nova campanha eleitoral, ou sairia do páreo para garantir o poder da família?

 

Enem 2019 – Termina quarta-feira o prazo para candidatos solicitar “isenção da taxa”

Encerra nesta quarta-feira o prazo de solicitação para isenção da taxa de inscrição para o Exame Nacional do Ensino Médio – Enem 2019, a solicitação é feita na página do participante do Enem, a lista dos isentos será divulgada no próximo dia 17.

Têm direito à isenção, alunos que em 2019 estejam cursando a última série do Ensino Médio em escola da rede pública; pessoas que cursaram todo o ensino médio em escola da rede pública ou como bolsista integral na rede privada e tenha renda familiar igual ou menor a um salário mínimo e meio por pessoa.

Também podem participar pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica que tenham  Número de Identificação Social (NIS), único e válido. Neste caso, é preciso ter renda familiar por pessoa de até meio salário mínimo ou renda familiar mensal de até três salários mínimos.

Retratação – Justiça determina que retratação seja feita após publicação de matéria

Através de uma ação judicial movida pela família “Reis”, por conta de uma matéria veiculada neste Blog em 2018, a respeito  do combustível vendido no “Posto Priscila”, mesmo tendo o cunho informativo e não pessoal, o proprietário do Posto se sentiu prejudicado por conta da matéria.

Entendendo que as decisões judiciais devem ser respeitadas, estamos inclusive publicando a retratação na íntegra, mesmo discordando em parte do seu teor, conforme segue abaixo:

Eu, Reinaldo Bezerra da Silva, para cumprimento de composição de danos cíveis nos  autos do processo criminal nº 112-30.2018.8.10.0148, venho me desculpar com o senhor Ricardo Soares dos Reis, pela publicação em meu Blog na data 12/11/2018, com o título “O barato que pode saiu caro – gasolina vendida no Km 17, sob suspeita “, pedindo desculpas públicas pelo conteúdo ali exposto, eis que publicado sem acesso a provas.”

Exclusivo – Escola de Codó pede para aluno comprar “papel cartão” para imprimir Certificados de Conclusão de Ensino Médio

O Blog do Bezerra recebeu esta semana uma denúncia que de certa forma deixa qualquer cidadão indignado, principalmente os que trabalham e esperam que a prestação dos serviços públicos estejam a contento. Mas no Maranhão o famoso “jeitinho brasileiro” tem sido a marca de quem tenta se beneficiar ou às vezes se desvencilhar da burocracia.

Alguns ex alunos do Complexo Educacional Renê Bayma, localizado no bairro São Francisco em Codó-MA, nos informaram que a secretaria da escola está pedindo aos mesmos o papel para a impressão dos Certificados de Conclusão do Ensino Médio, sob pena de não recebimento do documento para realização de suas  matrícula no Ensino Superior.

Essa cobrança pode até não ser ilegal, porém é de uma imoralidade sem tamanho, na medida em que o Governo do Estado, responsável pela oferta do ensino e também da expedição dos documentos (Certificados e Declarações) sem custos para o usuário, não disponibiliza um serviço seguro e com confiabilidade em pleno século das fraudes.

De acordo com os alunos há até a indicação da gráfica para a aquisição do papel, conhecido por “Papel Cartão”, cujo preço varia de R$ 3,00 a R$ 5,00, de acordo com a qualidade.

Ao receber o documento, o aluno sai com a sensação de que o impresso é facilmente passível de fraude, pois a própria impressão é de uma qualidade muito baixa. Isso é uma vergonha e não é de agora que acontece essa situação.

De acordo com relatos de um estudante, que estará se matriculando no Curso de Direito em uma Faculdade em Caxias, sua mãe, que concluiu o Ensino Médio no ano de 2017, também teve de comprar o mesmo papel para que o documento de conclusão de escolaridade pudesse ser emitido.

O nosso Blog está à disposição

Enem 2019 – Começou período de solicitação de Isenção do pagamento da taxa de inscrição

Quem tem direito à gratuidade no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) já pode solicitar isenção da taxa de inscrição. Para ter direito à gratuidade é preciso cumprir os requisitos e formalizar a solicitação no Sistema Enem. O prazo vai até 10 de abril.

Três perfis não pagam a taxa de inscrição. São eles: quem está cursando a última série do ensino médio, em 2019, em escola da rede pública declarada ao Censo Escolar; quem cursou todo o ensino médio na rede pública ou como bolsista integral na rede privada e, ao mesmo tempo, tem renda igual ou menor que um salário mínimo e meio, por pessoa; quem está em situação de vulnerabilidade socioeconômica por ser membro de família de baixa renda que tenha Número de Identificação Social (NIS), único e válido, além de ter renda familiar por pessoa de até meio salário mínimo ou renda familiar mensal de até três salários mínimos.

Na solicitação de isenção é necessário informar a situação em relação ao ensino médio: se já está concluído, se será finalizado em 2019 ou se está sendo cursado, mas não será concluído em 2019. O Questionário Socioeconômico do Enem é uma das etapas da solicitação de isenção. Como será o primeiro contato do participante com o Sistema Enem na edição 2019, ao final da solicitação de isenção deverá ser criada uma senha. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pelo exame, alerta sobre a importância de memorizar ou anotar a senha, já que ela deverá ser usada novamente durante a inscrição e nas etapas seguintes, como na inscrição e no acesso à página do participante.

O Inep divulgará o resultado das solicitações de isenção no dia 17 de abril. É responsabilidade do participante acompanhar a situação do pedido no Sistema Enem. Se a solicitação de isenção for negada, o participante pode recorrer da decisão entre os dias 22 e 26 de abril. Se a solicitação de isenção da taxa for aceita, não significa que o participante está inscrito. Todos os interessados em fazer o Enem, isentos ou pagantes, precisam fazer a inscrição, entre 6 e 17 de maio.

Justificativa de ausência – Quem estava isento no Enem 2018, faltou aos dois dias de prova e quer isenção também em 2019 precisa cumprir uma etapa a mais. Além da solicitação de isenção é preciso fazer a justificativa de ausência, também pelo Sistema Enem. O período é o mesmo: 1º a 10 de abril.

Os documentos aceitos para justificativa de ausência variam de acordo com a causa: acidentes, mortes na família, internação, trabalho, entre outros. A relação dos documentos aceitos para justificativa de ausência está detalhada no edital do Enem. Não serão aceitos documentos autodeclaratórios, emitidos pelo pais ou responsáveis.

Próximas etapas: