Grupos de atividades culturais não recebem incentivos do Poder Público para apresentações

Não é nenhuma novidade que o prefeito de Codó não é um grande incentivador  da Cultura da nossa cidade.

Nem mesmo começa o ano e o povo passa a respirar o clima carnavalesco. Blocos alternativos, escolas de samba  e outras atividades não são elencados como prioridade para investimentos. Tradicionalmente, os últimos cinco prefeitos de Codó não tiveram a ousadia de incentivar atividades artísticas de danças locais, preferem trazer um caminhão de bandas inexpressivas que só tocam no carnaval.

Em média, cada prefeito gastou por ano algo em torno de 500 mil reais, e olha que teve deles que chegou a gastar 1 milhão em apenas um ano. Somando tudo, quase 10 milhões de reais foram torrados e quase todo esse montante ficaram locados na Bahia, Pernambuco e  São Luís. Quem lucra com isso? Claro que são os donos das empresas que gerenciam as atrações de carnaval, São João, Aniversários de cidades e etc.

Os grupos de quadrilhas juninas que existem em Codó, quase não se apresentam na própria cidade, pois no mês de junho, não existe arraiás.

Não fosse a realização do “Arraiá du Puliça”, organizado pela polícia militar de Codó, o mês de junho passaria em branco no calendário das atividades culturais da época.

Enquanto todo o Nordeste mantém a tradição na realização dos arriás alusivos a São João, São Pedro, São Marçal, Codó fica no ostracismo cultural, deixando o gestor municipal, para realizar as festividades alusivas aos santos acima, para o mês de julho.

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