E oque dizer do Conselho de Pastores evangélicos de Codó? Entra ou não entra no governo municipal?

“Uma mentira contada várias vezes se torna verdade!” 

Quem nunca ouviu essa frase?

Pois é, depois da divulgação da foto de um suposto encontro entre os membros do Conselho de Pastores Evangélicos da cidade de Codó e o prefeito de Codó, pelo Blog do Marcos Silva, em que na ocasião o prefeito Francisco Nagib teria oferecido o comando de três das recém criadas secretarias, acabou se tornando a maior dor de cabeça para os envolvidos.

O segmento evangélico, por vários anos foi usado como massa de manobra pelos políticos inescrupulosos, sob a liderança de alguns pastores. Ofertas de cargos é o que cada governo faz para cooptar aquelas lideranças de congregações, não importando o resultado da aliança. Como é comum, esses líderes receberem os cargos para de forma direta ou indireta,  interferir no posicionamento político dos seus fiéis.

Há aproximadamente três anos, parte dos pastores que hoje compõe o Conselho de Pastores passou a compor o grupo de apoio na campanha que culminou com a vitória nas urnas de Francisco Nagib, acontece que, nenhuma secretaria foi negociada com os líderes religiosos e após o pleito eleitoral, muitos passaram a ficar insatisfeitos, já que não foram convidados a compor o governo municipal.

Alguns pastores culpavam o vereador Pastor Max de dificultar articulação com o governo municipal. Então, os pastores políticos ou os políticos pastores, ficaram tão indignados que passaram a macular nos bastidores, a imagem do governo municipal  e do vereador Partos Max.

Digo isso com propriedade, já que como prova, tenho na caixa de entrada do meu e-mail, denúncias enviadas como sugestão de matéria, inclusive atacando o vereador e o antigo Conselho de Pastores, tendo uma das denúncias sido divulgada neste Blog, tratando do Nepotismo na entidade.

Em nenhum momento, os pastores assumem que aceitarão ou não o convite do prefeito para assumir as pastas, mas estão cautelosos por caírem no descrédito por parte dos seus seguidores, já que a impopularidade do prefeito de Codó já ultrapassa os 60% e entrar no governo a essa altura, faltando pouco mais de um ano para as eleições, pode ser considerado um suicídio político.

 

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