Codó pode ficar sem representantes na Assembleia Legislativa e Câmara Federal ano que vem

A cada quatro anos os eleitores do país têm a obrigação de exercer seu direito ao voto para as escolhas do Presidente da República, Governadores, Senadores e Deputados: Estaduais e Federais. Para presidente, os nomes são os mesmos para todos, mas para os demais cargos as escolhas são regionalizadas, ou seja, cada estado escolhe os seus.

É muito importante que determinada região tenha a sua representatividade, seja ela no âmbito estadual ou federal, bastando assim, os eleitores analisarem o nível de políticos que querem, se de perto ou aqueles oportunistas forasteiros que vêm captam os votos e desaparecem. Foram estas as experiências tidas nos pleitos anteriores.

A cidade de Codó há quase uma década, não tem um representante nato na Câmara Federal. O último Deputado Federal eleito por Codó foi o já falecido, Dr. Antônio Joaquim Araújo, o qual representou o estado e a cidade de Codó, chegando com sua influência trazer vários benefícios para a Região.

Atualmente, mais de dez nomes estão sendo divulgados para os eleitores codoenses na condição de pré-candidatos, outros ainda nem divulgaram as suas pretensões, mas poderemos ter surpresas grandes nos próximos meses. Além dos tradicionais, teremos nomes novos e que nunca disputaram nenhuma eleição e estarão colocando seus nomes à disposição para a Assembleia ou Câmara Federal.

Mesmo sabendo como funciona as estratégias políticas, em que os pré-candidatos vêm financiados por políticos de fora que, trazem recursos para manter as candidaturas locais e também com o objetivo de barganhar o voto casado.  Tem candidatos que receberão recursos milionários e vão conseguir 100 votos, enquanto quer outros vão ter recursos limitados e poderão surpreender nas urnas.

O perigo é que, além de dividir os votos, que poderiam ser destinados a um número menor de candidatos, poderemos ficar sem representantes nas duas casas. Para quem já está no mandato, como é o caso do deputado César Píres, que nunca dependeu dos votos codoenses para se eleger, é que ele pode manter alianças com outras lideranças políticas para garantir sua reeleição.

Outro que tem uma larga vantagem é o Deputado Zito Rolim, que mesmo não declarando a sua pré-candidatura à reeleição, tem um grupo forte que coloca em suas mãos vários agentes multiplicadores de votos, mas ainda assim não é uma garantia, mas ajuda.

A expectativa dos nomes que virão à tona é que venham a somar e propagar ideias e não campanhas vazias de conteúdos, por exemplo até agora não se discute ideias e sim o assistencialismo, com distribuição de cestas básicas e patrocínio de eventos, esta é a cultura de candidatos que ainda praticam a velha política em nosso estado.

Mas é necessário que tenhamos uma agenda para discutirmos o cenário político e o que queremos para o futuro da política codoense.

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