Solidariedade – Em parceria com empresário de Teresina-PI, 17° BPM realiza entrega de cestas básicas a famílias carentes de Codó

Pela quarta vez e a segunda apenas este ano, uma iniciativa do  Sargento PM Gladston, lotado no 17º BPM em Codó, em parceria com um empresário de Teresina-PI. Das outras vezes a entrega era realizada no Lixão da cidade, no bairro  Codó Novo e pela primeira vez a entrega se deu dentro do quartel.

Foram distribuídas mais de 50 cestas básicas que beneficiará aquelas famílias que estavam sem ter se quer os alimentos básicos em suas casas. A entrega contou com a participação dos oficiais e praças do 17º BPM.

De acordo com o Sargento Gladston, “essa atitude tem apenas o cunho solidário e visa oferecer às famílias, mesmo que em poucos dias uma oportunidade de ter em seus lares um pouco de alimento em suas mesas”.

PRF participa da aula inaugural do Curso de Formação de Guardas Municipais de Imperatriz-MA

Na manhã desta segunda-feira (15), foi realizada no auditório de uma faculdade particular de Imperatriz, a aula inaugural do Curso de Formação de Guardas Municipais, o evento contou com a presença de autoridades estaduais e municipais, do prefeito Assis Ramos além de todas as forças de segurança da cidade, bem como, da Polícia Rodoviária Federal.

A segunda maior cidade do Maranhão apresenta índices elevados de violência urbana e a Guarda Municipal, além de trabalhar pela preservação do patrimônio público, também atuará em auxílio às polícias federais e estaduais no combate à violência.

A PRF tem buscado constantemente o trabalho integrado com instituições de segurança pública de todos os entes federativos, sempre no intuito de melhor servir à sociedade.

Fonte: PRF

17º BPM prestigia projeto de Informática e ministra palestras com tema – “Redes Sociais: Riscos e Benefícios”

O 17°BPM em mais uma ação de responsabilidade social participou do Projeto de Informática “Redes Sociais: Riscos e Benefícios” desenvolvido pela Secretaria Municipal de Educação de Timbiras, cujo objetivo foi demonstrar os pontos positivos e negativos das Redes Sociais e as influências na vida dos discentes e respectivas famílias. O evento foi realizado na última sexta-feira no Ginásio Poliesportivo da cidade, a atividade foi idealizada pelos professores da Disciplina  de Informática das escolas da rede pública municipal de Timbiras.

A palestra foi ministrada pelo Major Benilton Meneses e pelo Cabo Reinaldo Bezerra e atingiu cerca de 120 pais de alunos das escolas públicas do município.

A missão constitucional da Polícia Militar, além do policiamento ostensivo, é o POLICIAMENTO PREVENTIVO, que visa se antecipar ao crime. Nesse caso, foi importante conscientizar os pais quanto ao acompanhamento e a segurança dos filhos durante a utilização da internet.

Para o Cabo Bezerra, “As Redes Sociais, não pode mais ser tratada como um monstro, na medida em que podemos utilizá-las de forma racional e com caráter informativo, educacativo e para a aproximação das pessoas. Mas os pais devem estar prontos para serem fiscais de seus filhos, já que atualmente a aproximação com a pornografia infanto-juvenil e de crianças é real e oferece riscos às nossas vidas”.

ASSCOM 17º BPM

PM de Timbiras prende em flagrante acusado de feminicídio praticado neste domingo

Policiais Militares de Timbiras efetuaram a prisão em flagrante de Raimundo Miranda da Silva de 44 anos, pelo crime de feminicídio ocorrido por volta de 22h da noite deste domingo na Rua da CAEMA que teve como vítima: Maria Antonia do Nascimento, 35 anos. Segundo informações o acusado após ter tido desentendimento pessoal com sua companheira, motivado por ciúmes teria sacado uma arma branca (faca) da cintura e efetuado um golpe contra a vítima que atingiu o tórax. A equipe do SAMU foi acionada mas ao chegar no local a vítima já se encontrava morta, tendo apenas atestado a morte e feito os procedimentos necessários.

Com base nas informações colhidas a guarnição se deslocou até a residência do até então suspeito pelo cometimento do crime, que ao ser questionado confessou ter matado a companheira, informando que durante a discussão teria dado dois golpes contra a vítima sendo que apenas um teria acertado, foi dado voz de prisão ao acusado em seguida foram feitas buscas na tentativa de localizar a arma utilizada no crime, porém sem êxito, pois o acusado teria lançado a mesma no leito do Rio Itapecuru.

A arma utilizada no crime não foi localizada e segundo o acusado confessou que teria lançado fora de cima da ponte que fica localizada no bairro Horta quando fugia do local.

O caso foi encaminhado para a Policia Civil, que compareceu ao local para realizar os procedimentos periciais, onde as providencias cabíveis serão tomadas.

ASSCOM 17º BPM

Policiais Militares do 17º BPM participaram de Campeonato de Jiu-jitsu em Teresina e trouxeram medalhas na bagagem

Dois Policiais Militares lotados na cidade de Codó participaram de um Campeonato de Jiu-Jitsu no Piauí com desempenho satisfatório. Foram conquistadas medalhas de ouro e bronze durante participação da Primeira Etapa do Campeonato Piauiense de Jiu-Jitsu. Os dois policiais: Soldados Joás Nunes e Soldado Saul Oliveira, lotados no 17º BPM, já disputaram competições importantes a nível nacional na “Arte Suave”, como é conhecido o Jiu-Jitsu.

O Soldado Joás, como é conhecido na `Polícia Militar conquistou medalha de ouro na sua categoria. enquanto que o Soldado Saul foi medalha de bronze (na categoria Absoluto – sem limite de peso) e foi Campeão na Categoria Peso Pesado de faixa preta.

O Blog do Bezerra deseja sucesso aos Policiais Militares de Codó para as próximas etapas da competição.

 

No dia da inauguração, praça esportiva do Santo Antônio já apresentou problemas

Nem mesmo no dia da inauguração a quadra poliesportiva do bairro Santo Antônio, entregue à população daquele bairro no último sábado (13/04), inclusive com grande movimentação e com a presença do prefeito Francisco Nagib, não escapou das críticas. Acontece que no dia da inauguração a obra foi entregue com vários pontos de goteiras, inclusive comprometendo a realização de um torneio de futsal que aconteceu depois da inauguração.

Em dias de chuva, as atividades deverão ser suspensas parcialmente haja visto que, a água acumulada no chão coloca em risco a integridade dos desportistas que frequentarem o local.

Crítica à obra

Será que as chuvas que caíram dias antes da inauguração não foram suficientes para ser constatadas as goteiras?

Isso mostra falta de organização e preocupação com o dinheiro público, as goteiras podem ser uma simples, porém para quem presa pelo serviço público de qualidade e customização do dinheiro público, isso pode fazer toda diferença.

 

Alunos de escola pública municipal visitam áreas com focos de poluição durante cheias do Rio Itapecuru em Codó

Alunos de uma escola pública municipal de Codó realizaram durante a semana passada uma visita em áreas afetadas pelas cheias do Rio Itapecuru, a iniciativa faz parte de uma série de atividades práticas da disciplina de Ciências que teve como idealizadora a professora Yara, que tomou a iniciativa de aproximar a transposição dos conhecimentos teóricos às situações práticas vivenciadas pelos próprios alunos.

Durante a atividade, os alunos puderam constatar a falta de respeito dos próprios moradores que poluem o meio ambiente, principalmente nos locais que servem de escoamento de água, principalmente o entorno da Lagoa da Trizidela, no final da Rua Marcos Rocha, onde foram encontrados vários objetos no córrego que passa por baixo da ponte, tais como colchão, televisão, várias sacolas entre outros materiais nocivos ao meio ambiente.

A maior surpresa dos alunos, foi no momento da visita das margens do Rio Itapecuru, no bairro Santo Antônio, onde todos encontraram um foco de esgoto que é jogado  no leito do Rio Itapecuru sem nenhum tratamento, daí tomaram conhecimento que aquela água contaminada abastece metade da capital do estado, São Luis e que infelizmente, tomaram conhecimento que a cidade de  Codó não possui uma Central de Tratamento de Esgotos.

Vale ressaltar que a atividade era de cunho educativo e de sensibilização da importância da preservação ao Meio Ambiente, mas que o próprio homem destrói um bem tão precioso, que é o espaço onde vive, contribuindo e interferindo na vida de outras pessoas.

 

A cidade de Codó se prepara para mais um aniversário de emancipação política sem muitos motivos para comemorar

Na próxima semana a cidade de Codó estará comemorando mais um ano de emancipação política, serão 123 anos de muita história e importância para o estado do Maranhão. Atualmente, os índices de Desenvolvimento Humano, não são os mais favoráveis a cidade ainda encontra-se estagnada, social, educacional, política e culturalmente falando.

O dinheiro continua a circular nas mãos de poucos, para o pobre restam em sua maioria a sobrevivência de benefícios federais e a informalidade, falta emprego, política de geração de renda e além disso tudo, temos que conviver com o caos das instituições públicas. Falta Justiça, falta Fiscalização, falta Punição aos que ousam a desobedecer a Ordem Pública.

Para os que ainda têm o que comer diariamente, tem seu emprego público estável, levante as mãos para o céu e agradeça, pois a crise está apenas começando e sem perspectivas de melhoras. A eleição de um prefeito rico, levou a maioria da massa de manobra a acreditar que as licitações suspeitas e os gastos com o dinheiro público seria mais racional, mas o que se vê é justamente o contrário.

Para os padrões da cidade dos tempos áureos da cultura algodoeira, da cidade destaque na produção do arroz e milho, tínhamos tudo para termos uma cidade referência na região. Mas a má utilização do dinheiro público levou ao que estamos vivendo hoje. Tradicionalmente, Codó passa pela alternância de poder nas mãos das famílias mais influentes em suas épocas.

Archer, Figueiredo, Inácio, Araújos, Oliveiras, Rolim, só aí se vão quase trinta anos de gestões, poucos destes saíram com os mesmos patrimônios iguais ou menores de quando governaram a cidade de Codó. Sem contar com os que ainda exerceram funções comissionadas nos governos estaduais e federais, mas que pouco contribuíram com nossa terra, com nosso povo.

É difícil até achar que alguém das camadas sociais inferiores possa chegar ao comando da cidade, haja visto que as grandes famílias até se unem para continuar manipulando a mente do povo, que anda muito vulnerável aos sacos de cimento, carrada de barro e até cachaça.

 

Uma Gestão que olha a cidade pelo retrovisor

Por Jacinto Júnior – O slogan “Mais avanço, mais conquistas”, trás embutido o sentido oculto da verdadeira finalidade dessa gestão: retroceder e engessar o desenvolvimento socioeconômico local. (Além disso, a ideia disseminada como principal símbolo dessa gestão é o desenvolvimentismo, ancorado no espectro da estética, isto é, prioriza o superficial em detrimento do essencial). Contudo, é visível a incapacidade dessa gestão encontrar alternativas para debelar a crise local que afeta diretamente o conjunto da sociedade civil organizada (e seus distintos segmentos). Há, claramente, uma pauperização, uma miséria que abunda e uma marginalidade econômica como consequência dessa incompetência administrativa. O nicho que é colocado para a sociedade civil como necessidade primaz é a valorização do ambiente social sob a égide da estética – porém, o elemento mais expressivo para o povo no momento atual, é a geração de renda e emprego, coisa que a gestão atual não tem se preocupado com prioridade absoluta.

O planejamento estratégico – se é que existe – ainda não se apresentou e muito menos se consolidou na perspectiva do tão propalado desenvolvimentismo social – revela apenas o artífice do fantasmagórico modelo fiscal sustentado nos balancetes contábeis.

Basta um olhar sereno em volta de nossa cidade para percebermos o desmonte estrutural que vem sofrendo nos dois últimos anos. Questões vitais como: infraestrutura, saúde, emprego e renda e etc., deixaram de ser parte constituinte de um modelo singular para tornarem-se parte descartável e desnecessária à sociedade civil organizada – isto é, secundarizadas.

O conceito de nivelamento social – de melhoria para todos – opera com a máxima: “tudo para a minoria e nada para a maioria”. A evidência dessa estratégia concorre para a inércia de obras fundamentais na direção do tão desejado desenvolvimentismo social.

Vejamos como essa realidade inconteste se manifesta:

  • A infraestrutura completamente abandonada – são ruas destruídas, ruas ainda sem nenhuma benfeitoria (nuas completamente), pontes danificadas e/ou queimadas pela comunidade desgostosa com a gestão por não resolver esse antigo problema;
  • Praças inteiramente abandonadas – exemplo: a famosa praça da “Maconha” no bairro São Francisco, situada à Rua Vasconcelos Torres, além de um pedaço desta mesma rua por terminar – falta asfaltar, no fundo da Escola Renê Bayma;
  • Quadras poliesportivas deterioradas carecendo de reformas – por exemplo: a da Comunidade Codó Novo, situada à rua Padre Cícero, de lado à Escola Rosalina Zaidan, a quadrado COHAB – Vereda;
  • A infraestrutura do COHAB – Conjunto Habitacional – alcunhado de ‘Vereda Tropical’, está praticamente intransitável – as condições de acesso e mobilidade tornara-se um pesadelo para os respectivos moradores – é um dos mais antigos da cidade;
  • A Praça da Linha Ferroviária (construída na gestão do ex-prefeito Biné Figueiredo) precisa com urgência de uma ampla reforma. Uma sugestão: que a passarela ali existente seja remanejada para o centro comercial para quando houver a ‘parada do trem’ não gere transtorno ao transeunte e não pare a cidade por um período de tempo indeterminado.

Enumerei alguns exemplos objetivando que a gestão possa de fato, reavaliar sua planilha e enquadrar os apontamentos como sendo prioritários e, desse modo, reestruturar a estética da cidade com propósito e não meramente fantasiar o conceito de desenvolvimentismo com a omissão depreciativa.

A nossa cidade está completamente destruída, como resultado da inoperância da gestão “Mais avanço, mais conquistas”. A base social pressente que o ano vindouro não será o cursor – detonador – de uma grande revolução nem “por baixo” e nem “por cima”, como a gestão propõe. Ela só ocorre tal qual fenômeno de forma midiática. Aí sim, há um fundo de verdade nisso! Nunca presenciamos paixão intensa pela mídia como a atual gestão. Nela – rede social – é possível descrever o slogan fatídico como benfeitor e realizador de obras sociais comparáveis ao imaginário decrépito e surreal apresentado por essa gestão de cunho ultraliberal sem nunca atingir o objetivo proposto.

Escandalosamente, a feitura da gestão ultraliberal carrega o adendo da autoridade inflexível – autoritarismo despótico. Isso contribui para a perda significativa do termo autoridade na sua mais pura essência – natureza e naturalidade. O seu endurecimento político-social comprime a relação mais estreita não apenas com a sociedade civil, bem como os diversos atores sociais na perspectiva de um modelo de açambarcamento completo da democracia, da participação,da transparência e do desenvolvimentismo ampliado. É perceptível a natureza dessa concepção ultraliberalista: tudo para si e nada para a massa popular.

A negação de políticas público-sociais aos cidadãos(ãs)  tende a produzir um cenário político antagônico (nebuloso e incerto) cujos reflexos atingirão profundamente o gestor causando-lhe prejuízos irreparáveis para sua reeleição em 2020. Essa conjuntura política – de cunho excludente, sedutora e ilusória – expressa nitidamente a natureza equivocada de um modelo chauvinista que não olha para o porvir com a senha da restauração para, definitivamente, recompor a lógica anterior numa avançada perspectiva democrática e absolutamente transparente – isto é, a recomposição da fórmula média de desenvolvimento para a média do desenvolvimentismo ampliado sintetizando o alvoroçado discurso ultraliberal. A lógica dessa gestão é um processo análogo ao da ideia da meritocracia, porém, os resultados são meramente ilações. Temos experiências suficientes para demonstrar que esse procedimento não é autossuficiente para atender as demandas do serviço público com a qualidade exequível.

Nossa cidade – repito, de maneira efusiva – padece de um eterno e sombrio modo cultural em estabelecer governos antidemocrático e autoritário – governos esses representando o setor da elite dominante. É como se os cidadãos(ãs) convivessem num estágio hibernal sem notar a passagem do tempo bem como sua transformação e, assim, imaginam que as coisas são naturalmente dessa forma e não podem sofrer nenhum tipo de reveses. A permanência da cultura conservadora e a moral burguesa – ambas confinadas na ideia formalista – induzem o indivíduo comum a incorporar ideologicamente sua lógica sedutora do ‘bem’ e do ‘bom’ como elementos instintivos para garantir sua existência enquanto classe dominante para dominar perenemente o aparelho de estado, aparelhando-o. E, assim, age a atual gestão. Sim, lamentavelmente, o conservadorismo constitui o eixo fundamental da gestão “Mais avanço, mais conquistas”. Seu cético olhar para o retrovisor da história retrata o modo especifico de governar sob a óptica do desmantelamento das políticas públicas estruturantes.

Impopularidade de Francisco Nagib poderá trazer o “Plano B” para grupo não perder o Poder

Em pleno início de terceiro ano de seu mandato, o prefeito de Codó, Francisco Nagib – PDT, amarga uma das maiores rejeições da história. Durante os últimos vinte anos, nem mesmo o ex prefeito Biné Figueiredo, que até então em sua época amargava uma impopularidade governamental por falta de apoio do governo estadual, não estava tão ruim na foto como o atual prefeito.

Até mesmo o ex prefeito Zito Rolim, quando teve sua popularidade arranhada por falta de obras estaduais e federais em Codó,não se tornou tão criticado como Nagib está agora.

Isso é fruto de uma estratégia política para transformar Codó em um canteiro de obras nas vésperas das eleições, na tentativa de reconquistar a confiança dos eleitores insatisfeitos no momento.

Inicialmente, Francisco Nagib declarou que só governaria a cidade por quatro anos, porém o tempo passou e o pensamento do prefeito mudou, mas com a impopularidade do momento, o próprio grupo ao qual Nagib faz parte já especula a possibilidade de uma mudança de rumo na pretensões políticas.

Um dos caminhos será a troca de nome do futuro candidato. Aí vem o primeiro entrave. Existe uma pequena e real possibilidade da primeira dama vir a ser candidata apoiada pelo grupo, porém a aceitação dela ainda não foi mensurada nas redes sociais ou em pesquisas, o bom desse cenário é que, em caso de vitória nas urnas o Poder permaneceria nas mãos dos “Oliveiras”.

Outra via, seria a candidatura do deputado em exercício  Zito Rolim, esse tem aceitação popular, mesmo que manchada mas é um nome forte, porém não é confiável, já que em outros tempos, eleito com o apoio dos “Oliveiras”, Zito acabou rompendo com o grupo que o elegeu e passou a caminhar com as próprias pernas, mas o destino cruel uniu todos novamente. Agora resta a pergunta: “Será que o atual prefeito vai ter peito e pulso para encarar uma nova campanha eleitoral, ou sairia do páreo para garantir o poder da família?