Resultados do Fies e do P-Fies estão disponíveis no site do programa

Os candidatos do processo seletivo do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) já podem conferir o resultado no site do programa. A relação dos pré-selecionados foi divulgada nesta terça-feira, 9 de julho. Para a segunda edição do ano, 46,6 mil vagas foram ofertadas em 1.756 instituições de ensino privadas de todo país.

Para quem está com o nome na lista, a próxima etapa é complementar a inscrição no site do programa. Devem ser prestadas informações relacionadas à contratação como, por exemplo, se há fiador e qual o percentual de financiamento. O prazo é esta semana: de quarta-feira, 10, até as 23h59 da sexta-feira, 12.

Os estudantes não contemplados terão a oportunidade de preencher vagas que eventualmente não forem ocupadas na primeira fase. Essa etapa ocorre de 15 de julho a 23 de agosto.

Com financiamento a juros zero, o Fies é voltado para estudantes com renda familiar mensal bruta por pessoa até três salários mínimos. Para concorrer ao financiamento, o candidato precisa ter feito qualquer uma das últimas dez edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), ter alcançado média igual ou superior a 450 pontos nas questões e não ter zerado a redação.

P-Fies – Saiu também o resultado para o Programa de Financiamento Estudantil (P-Fies). Nesse caso, os juros são variáveis e as condições são definidas pela instituição de ensino e pelo banco. Para participar, o estudante precisa ter renda familiar mensal bruta por pessoa até cinco salários mínimos.

Os aprovados na modalidade devem comparecer à Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA) da instituição com a qual fechará o contrato para validar suas informações. O P-Fies é por chamada única, sem lista de espera.

EM AÇÃO RÁPIDA POLICIAS MILITARES DO BATALHÃO DE CHOQUE E DO 6º BPM PRENDEM ASSALTANTES NO BAIRRO DA CIDADE OPERARIA

Durante patrulhamento na Avenida principal da cidade operaria policiais do Esquadrão Águia (BPCHOQUE) e Esquadrão Guará (6º BPM) se depararam com um assalto em andamento nas Lojas Americanas. Ao perceberem a presença policial os assaltantes tentaram se evadir, sendo capturado de imediato o Jefferson R. Santana Silva.

Em seguida foi realizado o acompanhamento tático ao suspeito Diego Amorim Melônio (vulgo Pânico), que ao perceber a aproximação policial realizou disparos em direção à guarnição, momento que se iniciou uma troca de tiros que culminou com o suspeito sendo atingido na região do tórax e uma das motos do Esquadrão águia sendo atingida por disparos efetuados pelo suspeito. Ao ser imobilizado foi encontrado com o suspeito um revolver calibre .38 com munições deflagradas.

Os policiais prestaram socorro ao suspeito baleado encaminhando o mesmo ao hospital municipal Clementino Moura (Socorrão II), o segundo assaltante foi apresentado juntamente com todo o material recuperado na delegacia da cidade operaria para serem tomadas as medidas cabíveis.

ASSCOM PMMA

Buteco Bar é fechado pela PM após responsável pelo local não apresentar documentação de funcionamento

“O pau de dá em Chico, tem dar em Francisco”, já dizia nossos avós. Essa é a celebre frase quando se quer equiparar as pessoas, independente de classe social, cor, raça e poder financeiro. Tenho visto muita gente reclamando que a polícia não fecha estabelecimento A, por que é do empresário fulano de tal.

Pois bem, vou citar aqui um exemplo de uma ação policial que, aos olhos dos mais incrédulos, pode soar como algo do outro mundo, mas aconteceu sim, sempre que um cidadão, conhecido por Claudino, responsável pelo estabelecimento comercial “Buteco Bar”, encontra-se descumprindo os horários estabelecidos em Lei, a PM faz o procedimento certo, manda fechar o local.

Já na madrugada desta sexta-feira, quando da fiscalização, o responsável do ponto comercial não apresentou a documentação legalmente válida para o funcionamento daquele local, deixando de apresentar o Alvará de Funcionamento expedido pela Prefeitura de Codó, além da Licença Fornecida Pela Secretaria de Meio Ambiente, conforme prevê, a Licença expedida pela Polícia Civil.

Agora resta saber se oque acontecerá! Quais as sanções dos órgãos fiscalizadores vão aplicar aos verdadeiros proprietários do local.

Entre cobras e lagartos – A política de Codó anda rasteira como sempre

Esse talvez talvez seja o questionamento feito por aqueles mais desconfiados a respeito da política local. Não é novidade alguma que, o cenário político de Codó esteja coberto por uma lama fétida, em que poucos não têm sequer um respingo pelo corpo.

O jogo pelo Poder, faz com que a ética, moral e a honestidade, ande longe, mas bem longe dos honestos, dos que ainda pensam que fazer política séria seja possível. Em Codó, tradicionalmente o dinheiro é a mola precursora da maldade. Políticos se ajoelham por um calhamaço de dinheiro.

No início da atual gestão, dois dos principais protagonizadores dos maiores escândalos em voga, estavam do outro lado, pedindo voto, para o atual prefeito, Francisco Nagib.

É certo que cada um sabia a folha que roía, assim como as formigas, nenhum político pode alegar que desconhece  o passado de seus aliados, e assim aconteceu a costura para a manutenção, eleição do prefeito e reeleição dos dois vereadores.

Um conseguiu garantir a presidência da casa legislativa, e assim que teve a oportunidade, de garantir a reeleição da presidência da câmara após manobra do regimento interno, abandonou o grupo. O outro, resistiu mais tempo, mas queria mais e mais, mas o chefão lá de cima sabe quando a traição estar por vir.

Impressionante que, em Codó não há oposição, os falsos opositores que hoje estão batendo panelas, um dia estavam por lá, largaram tudo ou foram abandonados por conta dos interesses, mas quem sabe um dia a coisa mude, mas a mudança precisa acontecer e logo, caso contrário, o Poder permanecerá com os atuais donos de Codó.

BOM JARDIM – MPMA denuncia envolvidos em fraude em empréstimos a agricultores

O Ministério Público do Maranhão (MPMA) ofereceu, em 1 º de julho, Denúncia contra seis envolvidos em uma fraude em empréstimos de um programa de crédito rural do Banco do Nordeste, o Agroamigo – intermediado pela Secretaria de Agricultura de Bom Jardim.

O grupo era liderado pelo vereador e pelo ex-presidente do sindicato de trabalhadores rurais do município, Antônio Gomes da Silva (mais conhecido como Antônio Cesarino). A Denúncia é assinada pelo promotor de justiça Fábio Santos de Oliveira.

Na manifestação, também são denunciados o diretor agrícola do sindicato, Francinaldo da Silva; o técnico agrícola Jamilson Pereira Sousa (conhecido como Jamilson Ferro); os sócios-proprietários da empresa Projetos Agropecuários e Georeferenciamento (Progeo), Marcelo Nascimento e Alexandre Silva Santos, e o representante da referida empresa, Romário Moraes de Oliveira.

Foi apurado que Antônio Cesarino juntou-se aos outros réus para passar por pessoas que facilitariam os empréstimos do programa a produtores rurais. Para tal, foi aberta a empresa M do Nascimento Engenharia, com o nome fantasia de Progeo.

Cesarino prometia aos trabalhadores facilitar o acesso a valores de R$ 5 a 15 mil. Para obter os empréstimos, trabalhador rural deveria pagar, além das taxas de filiação, R$ 25 para obter a carteira do sindicato.

Cem trabalhadores rurais, em sete povoados de Bom Jardim foram vítimas do grupo. Somente em um povoado o grupo fez 26 vítimas, que pagaram aos denunciados aproximadamente R$ 6 mil.

EMPRESA DE “FACHADA”

Em maio de 2017, Romário Oliveira convidou o técnico agrícola Jamilson Ferro para “emprestar” o nome dele para abrir uma empresa de “fachada”. Entretanto, o técnico não pôde fazer isto porque é servidor público.

Jamilson Ferro convidou Marcelo Nascimento, que receberia 50% do lucro obtido com o golpe. Marcelo Nascimento convidou Alexandre Santos para criar a Progeo. Em agosto de 2017, a empresa foi criada com as cotas societárias de 80% para Marcelo e 20% para o primeiro.

De acordo com a Denúncia, Marcelo Nascimento forjou um contrato de serviços, pelo qual Romário Oliveira teria sido contratado para 30 horas semanais de trabalho. Jamilson Ferro procurou o diretor do sindicato de trabalhadores rurais, Francinaldo da Silva, e o vereador e ex-presidente do sindicato, Antônio Cesarino.

“Apesar de Antonio Cesarino ser o último a se juntar ao grupo, ele logo assumiu a liderança do grupo porque já tinha grande contato com a população rural, por ser presidente do sindicato”, afirma o promotor. Cesarino também “facilitava” o acesso a diversos benefícios rurais como aposentadoria rural e salário maternidade, o que o faz responder a vários inquéritos policiais na delegacia local.

Jamilson Ferro, Marcelo Nascimento e Alexandre Santos exercia funções burocráticas no grupo. Antonio Cesarino, Romário Oliveira e Francinaldo da Silva iam aos povoados levando as promessas de crédito falso aos agricultores.

Na Denúncia, o MPMA requer a condenação dos denunciados por crimes de estelionato, associação criminosa, falsidade ideológica e uso de documento falso, o que implica em penas de reclusão que variam de três a 10 anos de reclusão, além do pagamento de multa.

Redação: CCOM-MPMA

Leron Black é o novo jogador do Flamengo

Leron Black é o novo reforço do Flamengo! O ala-pivô de 23 anos, formado pela universidade de Illinois, chega ao Mais Querido após passagem pelo Argentino de Junín, da Argentina.

Pelo Junín, na temporada passada, Leron obteve médias de 15,8 pontos e 7,2 rebotes por jogo, com uma eficiência de 15,4. Em seu último ano na NCAA, Black teve um desempenho de 15,3 pontos e 5,2 rebotes por partida.

Em suas primeiras palavras como jogador rubro-negro, o americano não escondeu a felicidade.

“Estou animado em anunciar que jogarei pelo Flamengo na próxima temporada. Estou ansioso para chegar ao Brasil e começar o trabalho com a equipe. Fico muito grato pela oportunidade e irei jogar o mais forte que puder para ajudar o time e trazer muito amor aos nossos torcedores”, disse.

Ficha Técnica

Nome: Leron Black

Posição: Ala-pivô

Idade: 23 anos

Altura: 2,01cm

Peso: 100kg

Equipes: Universidade de Illinois e Argentino de Junín

Fonte: Site Oficial do Flamengo

Relatório da Previdência não inclui redução de idade mínima de policiais

A reunião para a leitura do relatório da reforma da previdência marcada originalmente para às 13h desta quarta-feira, 3, começou por volta das 20h, após líderes partidários tentarem costurar um acordo para votação ainda hoje. A alteração na idade mínima de policiais federais e rodoviários, anunciados pelos líderes no inicio da noite, não foi incluída no relatório do deputado Samuel Pereira (PSDB-SP).

O líder do Podemos, deputado José Nelto (Podemos-GO) havia dito que o acordo tinha sido firmado, para atender um pedido do presidente Jair Bolsonaro. Policiais se aposentariam aos 53 anos de idade e mulheres aos 52 anos de idade se cumprissem um pedágio de 100% do tempo que falta hoje para se aposentar. Os termos, porém, não constam no relatório. Com isso, a idade mínima para essa categoria deve continuar em 55 anos de idade para ambos os sexos.

O texto, no entanto, foi retificado em relação ao apresentado na véspera. O relator da reforma excluiu do texto a possibilidade de estados e municípios cobrarem contribuições extraordinárias de seus servidores no caso de sistemas previdenciários estaduais deficitários. A possibilidade dos entes aprovarem leis próprias com essas cobranças constava no voto complementar de ontem. “Foi restabelecida, apenas para a União, por meio de alterações no art. 149 da Constituição Federal, a possibilidade de cobrança de contribuições extraordinárias inserida no texto original da PEC e suprimida na versão anterior do substitutivo”, afirmou o relator, no novo texto publicado há pouco no site da Câmara dos Deputados.

Fonte: veja.com

HGM de Codó humanizado? Promessa de campanha não cumprida por Francisco Nagib

Falta muito para a população codoense ter a oferta do Poder Público Municipal de uma Saúde de qualidade. Para vencer sua eleição, o prefeito de Codó, Francisco Nagib -PDT, prometeu revolucionar o serviço na cidade. Prometeu reabrir os Postos de Saúde nos bairros, mas quanto ao Hospital Geral Municipal – HGM, a promessa até o momento foi para o ralo.

Atolado em uma crise sem precedente, o cenário político para o prefeito de Codó não anda muito bom não. Nagib está tendo uma administração atrapalhada, sem controle e entregue aos prazeres da carne no que tange ao alinhamento político com o Sistema Podre, tudo para manter a governabilidade sem autonomia administrativa, pois, nos próximos dias, Nagib terá que explicar à Justiça, como seu deu a concretização de seus contratos suspeitos com a empresa ligada a um dos Procuradores do Município.

Diante do Caos administrativo, o Sistema de Saúde fica jogado, já que nesse momento a defesa do prefeito é que se torna prioritária. No Hospital Geral Municipal, falta material para procedimentos cirúrgicos, médicos estão tendo que solicitar a transferência de pacientes dos leitos de Codó, já que o HGM não tem estrutura logística para procedimentos mais simples.

Nagib também prometeu acabar com as filas para marcação de consultas e exames, mas não é o que se vê. Filas longas estão sendo vistas por pacientes que desafiam o prefeito, jogando nas redes sociais o descaso puro e aplicado , de um governo que não trouxe nada de novo para a tal revolução da saúde. E olha que, esse texto não vem com ódio, mas como desabafo do que um dia desses, precisou ser atendido por lá.

Ao ouvir dos médicos o descaso, não podemos nos calar ao caos, a população precisa sim, se mobilizar para acabar com o abandono do que é hoje, uma repartição que deveria cuidar das vidas da população, mas o que se vê, é que muitos têm morrido silenciosamente pois a mídia sensacionalista não consegue enxergar, o que acontece nos leitos e nos corredores do hospital Geral Municipal – HGM.

IMPERATRIZ – MPMA aciona União, Estado e Município por risco de paralisação de cirurgias e serviços de urgência e emergência

O Ministério Público do Maranhão propôs Ação Civil Pública nesta terça-feira, 2, perante a Justiça Federal, contra a União, o Estado do Maranhão e o município, por conta do risco de paralisação das cirurgias e demais serviços de urgência e emergência em Imperatriz.

A ação foi protocolada pela 5ª Promotoria de Justiça Especializada em Defesa da Saúde de Imperatriz, pedindo que a Justiça obrigue os requeridos a manterem a regular oferta dos serviços, sob pena de pagamento de multa diária de R$ 5 mil, além de responsabilização penal e por improbidade administrativa.

O MPMA vem tentando mediar a solução de forma extrajudicial desde o início de junho, buscando de todas as formas um acordo entre Município e a empresa prestadora dos serviços de saúde. No entanto, o ente municipal, até o momento, não comprovou a tomada de medidas para eliminar o risco de paralisação dos serviços.

No dia 4 de junho, o Ministério Público do Maranhão se reuniu com a administração municipal e a Clínica Cirúrgica de Imperatriz, prestadora de serviços de saúde, em razão da existência de riscos de suspensão das cirurgias e dos demais serviços de urgência e emergência prestados pela empresa no Hospital Municipal de Imperatriz (HMI).

A empresa comunicou ao Ministério Público que a Prefeitura de Imperatriz não estaria repassando os valores referentes ao pagamento dos serviços, além de notificar a falta de condições de trabalho dos profissionais de saúde.

ACORDO EXTRAJUDICIAL

Após diversas tentativas de mediação pelo titular da Promotoria de Justiça da Saúde em audiência extrajudicial, a empresa prestadora do serviço de urgência e emergência declarou que, diante da situação, não possuía interesse em prosseguir ofertando os serviços para o Município. No entanto, concordou em continuar realizando as cirurgias e prestando serviços de urgência e emergência pelo prazo de 40 dias para que a Prefeitura regularizasse a situação ou contratasse outra empresa para dar continuidade aos trabalhos.

O Município, por sua vez, se comprometeu perante o Ministério Público a garantir a plena continuidade dos atendimentos, seja por meio de novas contratações ou de novo consenso com a empresa atual, buscando a conciliação e continuidade da execução do contrato já celebrado.

ACORDO NÃO CUMPRIDO

Decorridos mais de 10 dias desde a realização daquela audiência extrajudicial, o Município ainda não havia apresentado ao MPMA quaisquer documentos que demonstrassem a comprovação da efetiva tomada de providências para a resolução da situação relativa às cirurgias e demais serviços de urgência e emergência, no Hospital Municipal de Imperatriz.

Por este motivo, ainda no dia 18 de junho, o MPMA solicitou novas informações ao Município e à empresa prestadora do serviço para que se posicionassem sobre a atual situação e se manifestassem acerca da possível resolução do problema.

A empresa então informou que cumpriria com o acordado na audiência extrajudicial, afirmando que, após os 40 dias, não mais prestaria os serviços médicos de urgência e emergência no Hospital Municipal de Imperatriz caso não houvesse o cumprimento das obrigações contratuais pelo ente municipal.

O promotor Newton de Barros Bello Neto ressalta que a Prefeitura não respondeu à última solicitação, apesar do prazo de 48 horas assinalado para a resposta, e, por esse motivo, no dia 27 de junho, entregou novo ofício à administração municipal, reiterando a necessidade de imediata resposta pelo Município.

Apesar da nova solicitação, a Promotoria de Justiça ainda não recebeu nenhuma comprovação de providências para efetivar a resolução do problema referente ao risco de suspensão da oferta das cirurgias e demais serviços de urgência e emergência.

Além de todas essas medidas para a tentativa de resolução da problemática, o membro do Ministério Público destaca que no dia 19 de junho, o Ministério Público do Maranhão realizou duas outras audiências extrajudiciais, uma presidida pelo procurador-geral de justiça, Luiz Gonzaga Martins Coelho, e outra pelo promotor de justiça da Saúde, Newton Bello Neto.

Os dois atos ministeriais foram realizados com a presença do prefeito de Imperatriz, Assis Ramos, e objetivaram tratar de questões referentes à crise da rede de saúde do Município de Imperatriz no ano de 2019.

Entre as deliberações da audiência realizada na Promotoria da Saúde, o membro do Ministério Público reiterou ao prefeito Assis Ramos a necessidade de urgência quanto à tomada de providências mais enérgicas para a resolução do problema com o intuito de eliminar de uma vez por todas os riscos de suspensão dos serviços de saúde de urgência e emergência no HMI, evitando a qualquer custo a sua suspensão ou diminuição.

DO PEDIDO

Diante dos fatos, o Ministério Público requereu à Justiça Federal a concessão de tutela de urgência, consistente em obrigar a União, o Estado do Maranhão e o Município de Imperatriz a manterem a oferta das cirurgias e demais serviços de urgência e emergência, na macrorregião de saúde do município, com a disponibilização de todos os equipamentos, materiais, medicamentos, e insumos necessários para tal, para todos os cidadãos que necessitam desse tipo de serviço, eliminando qualquer risco à sua continuidade.

“Apesar de todos os esforços do Ministério Público para a resolução extrajudicial do problema, a empresa prestadora dos serviços voltou a afirmar que o Município de Imperatriz não cumpriu com suas obrigações contratuais, e, por outro lado, o ente municipal não remeteu à Promotoria de Justiça a comprovação de que teria tomado as providências necessárias para evitar a suspensão ou diminuição do serviço, sendo esta a causa da proposição da ação judicial”, destacou o promotor de justiça Newton Bello Neto.

Redação: CCOM-MPMA

Grupos de atividades culturais não recebem incentivos do Poder Público para apresentações

Não é nenhuma novidade que o prefeito de Codó não é um grande incentivador  da Cultura da nossa cidade.

Nem mesmo começa o ano e o povo passa a respirar o clima carnavalesco. Blocos alternativos, escolas de samba  e outras atividades não são elencados como prioridade para investimentos. Tradicionalmente, os últimos cinco prefeitos de Codó não tiveram a ousadia de incentivar atividades artísticas de danças locais, preferem trazer um caminhão de bandas inexpressivas que só tocam no carnaval.

Em média, cada prefeito gastou por ano algo em torno de 500 mil reais, e olha que teve deles que chegou a gastar 1 milhão em apenas um ano. Somando tudo, quase 10 milhões de reais foram torrados e quase todo esse montante ficaram locados na Bahia, Pernambuco e  São Luís. Quem lucra com isso? Claro que são os donos das empresas que gerenciam as atrações de carnaval, São João, Aniversários de cidades e etc.

Os grupos de quadrilhas juninas que existem em Codó, quase não se apresentam na própria cidade, pois no mês de junho, não existe arraiás.

Não fosse a realização do “Arraiá du Puliça”, organizado pela polícia militar de Codó, o mês de junho passaria em branco no calendário das atividades culturais da época.

Enquanto todo o Nordeste mantém a tradição na realização dos arriás alusivos a São João, São Pedro, São Marçal, Codó fica no ostracismo cultural, deixando o gestor municipal, para realizar as festividades alusivas aos santos acima, para o mês de julho.